RONDONOTICIAS domingo, 18 de agosto de 2019 - Criado em 11/10/2001

MÁRCIO CATUNDA – Diplomata, escritor e poeta


Por Selmo Vasconcellos

17/05/2019 17:44:44 - Atualizado

MÁRCIO CATUNDA – Rio de Janeiro, RJ.

Diplomata, escritor e poeta

HINO À PAZ

Triste é ver da guerra o rancor sangrento.

Irmãos matando irmãos nos conflitos da miséria humana.

Hei de aprender que a paz começa em minha casa.

Como manifestar-me contra a violência,

se ainda sou capaz de agredir meu semelhante?

Um dia seremos todos verdadeiramente pacíficos,

todos amigos pelo coração,

vivendo a igualdade espiritual

e o reconhecimento da verdade superior,

a lei que nos ensina harmonia.

Um dia serei essencialmente fraternos,

porque me arrependo dos meus gestos insensatos.

Mas sou o que no presente se gratifica pela sensação.

Sou o que aprende o sentimento mais claro.

Duro é viver em desavença.

Que a concórdia se estabeleça na personalidade humana,

que todas as virtudes nos defendam

e que um ideal estético seja o nosso pavilhão.

Um dia as nações se visitarão em irmandades,

sem armas e sem orgulho e não teremos mais a tristeza dos confrontos.

A guerra será uma recordação triste

e o comércio será sem concorrência,

mas com o objetivo único da subsistência confortável de todos.

Há de haver trabalho bem remunerado

e oportunidade e instrução para todos.

Eu canto o advento do novo mundo e da nova vida,

mas não tenho a pretensão de ser profeta.

Sou apenas um admirador de Jesus

e creio na força de sua palavra,

na sua orientação de pastor do rebanho a que pertenço.

Confio na mensagem que recebemos do divino ser:

O homem é uma dádiva do Criador

e havemos de reconhecer juntos esta lei maior.

A vida só tem sentido se caminhamos juntos.

A paz é uma ordem da consciência.



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