RONDONOTICIAS segunda-feira, 10 de agosto de 2020 - Criado em 11/10/2001

Triste conclusão: a pandemia não vai melhorar o sistema de saúde pública do Estado


Por Gessi Taborda

09/07/2020 10:11:42 - Atualizado

FILOSOFANDO

“Não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna”. CHARLES CHAPLIN, nascido em Londres em 16 de abril de 1889. Foi o principal ator do cinema mudo, além de compositor, roteirista e diretor. Morreu em 1977, na Suíça.

EDITORIALZIM

É desolador constatar a existência de pessoas com influência nas redes sociais constantemente dispostas a combater a figura do prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, não reconhecendo seu grande papel na melhoria das condições sociais e urbanas da cidade, vitimada por décadas de descalabros de antigos prefeitos que preferiram enriquecerem-se a zelar pelos verdadeiros interesses dos moradores da capital rondoniense.

Até parecem que tais detratores do prefeito não conheceram ou não conviveram com os antigos alcaides responsáveis por longos períodos de incompetência e, o que é pior, de verdadeiro esbulho dos recursos públicos, corroídos por uma corrupção endêmica, especialmente no período em que a esquerda chefiou o poder da capital dos rondonienses.

Não é segredo nem mesmo para os detratores de Hildon Chaves a situação caótica do município, com suas finanças erodidas, entregue ao prefeito Chaves, eleito numa decisão histórica do povo da cidade, demonstrando seu cansaço com a roubalheira que motivou um epiteto repetido sempre na mídia de que a prefeitura da capital mais parecia a caverno do Ali Babá e seus 40 ladrões. Não foi fácil para o atual prefeito estrear na vida pública descascando um tremendo abacaxi não só envolto nas dezenas de denúncias de roubalheira mas também vítima da incompetência dos antecessores que – como ninguém pode negar – não resolveram nenhum ponto do estrangulamento de seu desenvolvimento econômico e social.

Quem conheceu de perto todos os prefeitos da capital rondoniense desde o momento em que o antigo território federal foi transformado em mais um estado da União sabe claramente como foi difícil a convivência com a corrupção intensa, arraigada em praticamente todos os esquemas montados pelos grupos que gravitavam nas áreas de influência política do Executivo. Ela estava presente em áreas prosaicas como a de arborização urbana até ao rico filão do transporte urbano. Antes de Hildon Chaves nunca houve na Prefeitura uma pauta anticorrupção.

Diante de parlamentares fisiológicos, os prefeitos anteriores não tinham o menor interesse em liderar o combate a essas táticas do desvio dos recursos públicos. A prefeitura tinha as características de um balcão de negócios para distribuir benesses a vereadores e seus grupos.

Dá para sentir qual é a motivação daqueles arautos da insensatez com seus ataques ao prefeito: querem desmotiva-lo totalmente a continuar na vida pública. No fundo sabem que o prefeito tem cacife suficiente para participar da corrida sucessória com grandes chances de conseguir um novo mandato. É claro que Hildon, como debutante político, comete erros de comunicação e de avaliação que servem para alimentar a fúria de seus detratores. Mas não ao ponto de torna-lo fraco na disputa do processo eleitoral.

Hildon Chaves não merece aplausos apenas por ter tocado a agenda anticorrupção. Graças à sua liderança, em todo o seu mandato não se registrou mais os grandes escândalos o passado. Ele certamente merece o respeito dos pagadores de impostos por seu trabalho na recuperação das finanças municipais, livrando Porto Velho da bancarrota. Hoje a contabilidade pública está redondinha e permite ao município realizar investimentos vitais na infraestrutura.

Não como comparar o atual prefeito aos anteriores. Tudo aquilo que a marca da incompetência dos antecessores de Hildon não conseguiu resolver para melhorar a qualidade de vida da população está sendo resolvido na gestão atual. São obras que vão desde asfaltamento com qualidade em áreas e regiões que nunca foram atendidas, até a reurbanização da prosaica Praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, onde a gestão anterior do PT conseguiu enterrar mais de 20 milhões de reais naquilo que foi chamado de “a mais cara maquiagem” da cidade que apodreceu e, até agora, ninguém foi punido por isso.

Poder-se-ia falar de muitas grandes conquistas dessa gestão que termina este ano. Talvez sua grande cartada agora, nesse início de segundo semestre é mostrar que finalmente acabou aquele famigerado truque de madame inventado pela gestão anterior no transporte urbano da cidade, o tal do “SIM”, anunciado como uma “solução emergencial”. Finalmente isso termina agora. A nova empresa vencedora da concorrência pública para operar de fato o sistema de transporte público de Porto Velho vai entrar em ação dentro de poucos dias. E desse vez com ônibus novos, numa quantidade suficiente para atender a demanda dos usuários portovelhenses. Quem sabe os detratores ocasionais de Hildon Chaves vão recordar das barbaridades antigas e aprenderão a reconhecer o significado desse prefeito para garantir a Porto Velho as amplas possibilidades de retomar o verdadeiro desenvolvimento.

Afinal como sabemos, o pior cego é aquele que não quer enxergar. Muitos desse donos de sites e de programas da mídia eletrônica não quer enxergar a verdade dos fatos e o protagonismo do prefeito pela esperança de ver o retorno de alguém disposto a distribuir dinheiro público para seus veículos, como aconteceu no passado, quando tal operação foi executada por um “marqueteiro” importado do Paraná. Ele ganhou tanto dinheiro aqui que conseguiu se tornar dono de boate na Espanha.

CRÔNICA

Estou cansado dessa discussão infindável de radicais enfurnados nas facções cultoras do radicalismo, defensores da luta da esquerda contra a direita, estimuladoras do ódio em busca de um “Brasil nós” e um dos “contra”.

E essa luta incansável em afastar ainda mais o Brasil do lado do povo acontece principalmente na politização da pandemia do Covid19. Manter o isolamento social rígido, com o trancamento das atividades econômicas é uma posição política contra quem defende o relaxamento dessa tática, sobretudo com o amplo funcionamento da economia. Sim, o que a gente vê claramente é o embate entre a “Esquerda contra Direita” que propõe a redução do ódio através do sentimento nacionalista, dando ênfase ao amor a pátria, coisa relacionada aos valores da família e às emoções que sentia no passado quando o civismo era um valor essencial.

Estou falando isso pelo simples fato do assunto estar presente no dia a dia das principais colunas da mídia rondoniense. Aqui também escribas de alto coturno esgrimem o palavrório mais ácido para criticar posições de aberturas de atividades econômicas da parte das autoridades, como se isso fosse um verdadeiro flagelo para o saúde pública. Falam sobre isso como se autoridades fossem no assunto, afirmando se lastrearem em conclusões científicas. Ora, pergunta-se: que cientistas? Aqueles acoimados na órbita do lulopetismo, do comunismo e da esquerda responsável pelo maior festival de corrupção do mundo?

Bem, eu não sou expert de nenhuma ciência mas, claro, sei reconhecer um cientista de verdade e, assim, prefiro me socorrer em suas descobertas, em seus enunciados. Acho uma piada de mau gosto alguém afirmar que exista em Rondônia um “time de iluminados” capaz de entender ou balizar o combate da pandemia.  Com certeza não temos aqui um Dr. John Loannidis, esse sim um verdadeiro cientista na acepção do termo. Esse sim é um epidemiologista reconhecido no mundo inteiro.

Esse médico grego-americano é catedrática da Universidade de Stanford. Então prefiro acreditar nas análises, palavras e previsões de um pessoa com tal gabarito do que perder meu tempo ouvindo opiniões de quem não manja nada e prefere simplesmente assumir uma posição política de objetivos claros, especialmente de torcer contra o Brasil.

A mídia tupiniquim e brazuca amestradas jamais publicarão as conclusões de Loannidis pois ele é uma das vozes mais qualificadas contra os fechamentos ordenados pelo Estado pois, como afirma, causam danos sociais muito superiores aos supostos benefícios. O modelo de isolamento social e fechamento da economia estão sendo praticados perigosamente defeituosos por não levar em conta verdades científicas existentes, como a que comprova um número simplesmente alto de pessoas desenvolveram anticorpos contra o vírus.

Quando leio as colunas alarmistas cumprindo seu papel esquerdista percebo o grande objetivo delas em assustar pessoas para aceitarem decisões radicais de trancamento de tudo, como se estivéssemos vivendo o apocalipse. Fazem isso na maior cara de pau de quem não revisa a literatura médica sobre a pandemia. Pintam com as cores mais escuras questões como a mortalidade da doença. Se tivessem procurado estudar os trabalhos e as afirmações dos cientistas de verdade descobririam que a coisa não é bem assim.

O risco de mortalidade da Covid19, segundo Loannidis, os riscos de mortalidade da doença é muito menor do que se estimava: “ele é de quase zero para os indivíduos menores de 45 anos. E ele continua: o risco aumenta substancialmente para pessoas maiores de 85 anos, podendo chegar a 25% para aqueles mais fracos existentes nos asilos. Para aqueles que tem entre 45 e 70 anos a taxa de mortalidade é ao redor de 0.05-0,3% enfatizou o cientista greco-americano.

Baseado nos dados da doença e não no chutômetro de quem usa a pandemia politicamente, Loannidis considera um enorme erro a política de distanciamento social baseada na massiva quarentena da população. Isso segundo mesmo cientista só fazia sentido quando se imaginava que a taxa de mortalidade do Covid19 era tão alta como 3 a 5%.  Governantes que adotam as medidas radicais do distanciamento social “não tem ideia do tamanho de seu prejuízo econômico e nem dos danos que um distanciamento social longevo prejudica a saúde mental” da sociedade.

Não sou, como disse, experto de nada. Mas percebi logo o perigo de se manejar essa pandemia com base em interesses políticos ou ideológicos. Por isso escrevi por diversas vezes que essas iniciativas criadas num conhecimento pífio da verdade sobre a doença iria produzir um colapso do tecido social. E isso já está acontecendo. Ai está (e não só aqui na Rondônia) o nível do desemprego (que continua crescendo), o fechamento maciço de negócios, aumentos de suicídios e do consumo de drogas...

Não será fácil reverter essa quadro de erosão, não será fácil responsabilizar e punir autoridades que aproveitaram-se da pandemia para fazer negócios ilícitos, desviar recursos e ficarem ricos com o dinheiro público. E não pensem que a pandemia vai contribuir para melhorar o sistema de saúde do estado rondoniense. Pelo contrário: ficará mais danificado especialmente naquele segmento voltado para tratar os mais pobres. Não há dúvida de que os fechamentos realizados de forma mais contundente não tiveram melhor desempenho do que estados onde não se usou o radicalismo como tônica. Estou convencido de que ações coercitivas do Estado, por meio de seus governantes e instituições togadas não melhoram a sorte da sociedade!

PARA PENSAR

Exemplificando citaremos os “direitos humanos” em contraste com os “direitos humanos para os humanos direitos”. Até onde vão os direitos quando deixa de premiar os “direitos humanos dos humanos direitos” e não dos que estão na contra mão?

APÓS 30 ANOS

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a possibilidade de a Justiça rever erros materiais no cálculo de precatórios devidos a servidores da educação e técnicos de Rondônia, em uma ação que tramita há mais de 30 anos na Justiça, quando o estado ainda era território. A manifestação foi feita em pareceres enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 11 ações de beneficiários que questionam a revisão do pagamento. A ação coletiva, ajuizada em 1989, pede o reenquadramento funcional dos profissionais lotados em estabelecimentos de ensino de 1º e 2º graus, do antigo território de Rondônia, no Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos, criado pela Lei Federal 7.596/1987.

INDEFINIÇÃO

Estamos chegando ao final da primeira quinzena de julho e o cenário para a disputa eleitoral desse ano em relação à prefeitura de Porto Velho ainda continua nebuloso. Esta incerteza tem uma motivação: saber se o prefeito Hildon Chaves vai disputar a reeleição ou ficará de fora do pleito. Mesmo se o prefeito não entrar na corrida sucessória, não deixará de ter um peso alto nas definições sobre a composição de candidatos. Claro que Hildon é o grande protagonista da política municipal da capital rondoniense. Se decidir disputar a reeleição terá chance de mostrar que sobreviveu ao refluxo do primeiro mandato, se reelegendo.

Se não concorrer, certamente verá diversos candidatos se movimentando em sua proximidade buscando seu apoio. Existem vários nomes gravitando em torno de Hildon acreditando que ele aceitará ser candidato, no último momento. Isso pelo fato de que até hoje o prefeito não demonstrou simpatia por nenhuma das candidaturas anunciadas na mídia.

ENGATADA

A corrida pela prefeitura de Porto Velho foi engatada mas ainda permanece na segunda marcha. A saída dos bastidores vai acontecendo aos poucos. Agora mesmo um novo nome foi colocado para a largada. Trata-se do caricato Lindomar Garçom. Ele vem de derrotas eleitorais mas mesmo assim é um nome que ainda possuí seguidores no eleitorado de Porto Velho. Não parece ser um nome palatável para o prefeito apoiar, caso desista de tentar a reeleição. O nome do ex-deputado foi lançado por Euzébio Lopes, uma espécie de lugar tenente do político que se tornou conhecido no Brasil como um simples “papagaio de pirata”.

Outros nomes lançados até agora na esteira da especulação não ganharam nenhuma musculatura e nem anunciaram a decisão de prosseguir na corrida. São vereadores e deputados carreiristas mas sem o carisma necessário para empolgar o eleitorado. Como está chegando a hora dos partidos escolherem definitivamente seus candidatos. É possível que as definições sejam anunciadas ainda nessa quinzena de julho.

SONEGADORES

Começou nessa semana uma nova tomada de posição do governo contra sonegadores no Brasil. As ações não será feitas apenas em âmbito federal. Também os governos estaduais estão decididos a apertar o cerco contra grandes sonegadores. Eles poderão ser presos nessa nova onda. Rondônia tem uma lista grande de sonegadores. Conhecidos do fisco, eles acabam levando a vida normalmente, demonstrando o poder de influência não só no fisco, na gestão pública, e também na política.

PEIXE GRAÚDO

Ontem foi preso Ricardo Nunes, fundador e ex-principal acionista da rede varejista Ricardo Eletro, por um suposto esquema de lavagem de dinheiro na companhia, em que mais de R$ 400 milhões foram sonegados. A Ricardo Eletro é uma das principais varejistas de móveis e eletrodomésticos do Brasil e é a principal bandeira do grupo Máquina de Vendas, fundado em 2010 com a fusão de empresas regionais: Ricardo Eletro (Sudeste), Insinuante (Nordeste), City Lar (Norte), Eletro Shopping (Nordeste) e Salfer (Sul). Tal união pretendia competir com nomes como Magazine Luiza e Via Varejo.

Segundo revelou uma fonte bem informada, vários sonegadores rondonienses estão sendo investigados nesse momento e poderão seguir o mesmo caminho do dono Ricardo Eletro. A mesma fonte deixou escapar que uma grande empresa do varejo de eletrodoméstico está na mira das investigações sobrem quem usa a praça de Guajará-Mirim para branqueamento de dinheiro e sonegação de impostos.

FALÊNCIA

Os pedidos de falência voltaram a subir e registraram alta de 28,9% em junho, na variação mensal, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista. Na mesma base de comparação, os pedidos de recuperação judicial, as falências decretadas e as recuperações judiciais deferidas subiram 82,2%, 93,0%, e 103,3%, respectivamente. No primeiro semestre, apenas as falências decretadas registraram resultado negativo, com redução de 14,5% contra o mesmo período do ano passado. Por outro lado, os pedidos de falência avançaram 34,2%, os pedidos de recuperação judicial 32,8% e as recuperações judiciais deferidas 45,3%, mantida a base de comparação.

ADIADO

Depois de pressão dos peritos médicos, o governo de Jair Bolsonaro adiou para 3 de agosto o retorno do atendimento presencial nas agências do INSS. A volta gradual estava prevista para o próximo dia 13, mas a Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP) enviou carta ao Ministério da Economia alertando para os riscos da abertura das agências diante do avanço do novo coronavírus.

ARRISCADO

Eu não votei em Marcos Rocha, o atual governador rondoniense. E, como fiz à época da eleição, expliquei: “Não voto num personagem sem nenhum predicado político. Deus me livre de ver um serviçal de Confúcio Moura no governo do Estado”. Mas o povo votou em MR pelo simples fato de que ele tem a patente de coronel da reserva e estava no partido de Bolsonaro.

Rocha assumiu seu mandato fazendo cálculos políticos arriscados. Errou na montagem de seu gabinete, colocando gente sem nenhuma competência em postos chave (como Comunicação) e deixando de lado os verdadeiros companheiros de seu próprio partido. Perdeu todo o apoio da militância e hoje não passa de coadjuvante de seu próprio governo. Até o dia de hoje o governador Marcos Rocha não conseguiu apresentar nem uma política clara para resolver problemas antigos de Rondônia e melhorar a vida das pessoas.

GASTOS

A pandemia da Covid-19 causou grandes alterações, algumas delas bastante radicais, em políticas públicas e expôs o abismo da desigualdade social de forma muito explícita, mostrando a necessidade de amparo por parte do Estado para garantir liquidez ao sistema financeiro e manter os negócios minimamente em funcionamento, assim como para apoiar trabalhadores informais e pessoas vulneráveis. Cálculos da IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado, mostram que os gastos do governo com os desdobramentos da pandemia e seu enfrentamento devem superar os R$ 600 bilhões, equivalente a quase 9% do PIBo. Considerando perdas de receitas e outros eventos, a IFI projeta déficit primário de R$ 877 bilhões para este ano, representando 12,7%.Logo, todo esse financiamento inevitavelmente resultará em aumento da dívida pública e pode dar adeus por ora aos limites impostos pela PEC do teto de gastos e endividamento público.”

IMPOSTOS

O aumento dos gastos públicos para enfrentar a pandemia tende a acelerar uma reforma tributária, que está sendo proposta há algum tempo e pode ser enviada para apreciação até agosto deste ano, já que entre renúncias fiscais, isenções, abatimentos e taxação mais leve sobre renda e patrimônio do que sobre consumo, no Brasil, quem pode menos paga mais imposto do que quem pode mais. Embora diversos países estejam adotando medidas para postergar a cobrança de impostos durante a pandemia, no Brasil a situação não parece ser uma opção. As propostas em debate convergem para a sugestão de cortes em abatimentos de despesas e criação de um novo imposto, assim como novas alíquotas para rendas superiores no Imposto de Renda, incluem tributar lucros e dividendos, hoje isentos, e elevar a taxação de patrimônio e riqueza.

LEO MORAES

É grande o número de pessoas apostando na candidatura do deputado federal Leo Moraes para a prefeitura de Porto Velho. Mas vários personagens que são aliados de Leo têm dito que a verdadeira aspiração do jovem político é viabilizar seu nome para se tornar governador de Rondônia em 2022. Essas fontes afirmam que Leo avalia agora se vale a pena correr o risco de entrar na competição e que peso isso terá na sua aspiração principal de governar o estado.

ARMADOS

Acontecerá nessa quinta, em Brasília, uma grande manifestação Pró Armas. Fontes garantes que até de Rondônia irão dezenas de manifestantes que se juntarão a caravanas do centro oeste e do sudeste. A manifestação conta com apoio de clubes de tiro de todo o país.

GAME OVER

Empresários do setor de turismo e lazer de Rondônia dizem que estão vivendo um enorme sufoco. Aqueles que não conseguiram funcionar seus negócios em sistema reduzido não sabem o que fazer após acumularem prejuízos enormes. Essa é uma situação que atinge principalmente bares e lanchonetes. Eles esperam do poder público a chance de retomar seus negócios com mais intensidade. Um grande número esta optando por finalizar as atividades e entregar seus antigos pontos.


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