RONDONOTICIAS sexta-feira, 24 de janeiro de 2020 - Criado em 11/10/2001

Sindicato cobra R$ 10 milhões de dívidas da ALE com servidores da Casa

SINDICATO COBRA R$ 10 MILHÕES DE DÍVIDAS DA ASSEMBLEIA COM SERVIDORES


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10/01/2020 15:32:38 - Atualizado


Em ofício encaminhado ao deputado Laerte Gomes, presidente da assembleia Legislativa, sexta feira, 13, o coordenador geral do Sindicato dos Servidores dos poderes legislativo de Rondônia(Sindler), Rubens Luz, lembra que, com somente R$ 10 milhões a Casa pagaria todas as insolvências que tem acumulado com os servidores.

Rubens lembra que, em nota oficial, a Mesa Diretora anunciou a economia de R$ 40 milhões economizados este ano pela Assembleia Legislativa. E que, pagando tudo o que a Casa deve aos servidores, sobraria ainda, R$ 30 milhões para destinação conforme a vontade dos parlamentares decidir.

O líder sindical questiona, no ofício encaminhado, se, do valor economizado, foi ‘reservado’ a quantia necessária para atender as demandas reprimidas. E lembra que foi apresentada uma pauta de reivindicações que são negociadas mensalmente. O documento foi assinado por Rubens Luz Silva e o coordenador financeiro Raimundo Façanha Ferreira.

Coordenador geral, Rubens Luz Silva

“Ocorre que, sempre que sentamos com Vossa Excelência, para discutir a pauta de reivindicações, é alegada a dificuldade financeira desta Assembleia Legislativa”, expõe o documento. “Inclusive para a alteração do PAI(Programa de Aposentadoria Incentivada), onde foi relatado não haver disponibilidade orçamentária”.

O documento alinha uma série de demandas. Entre elas, pagamento de abono de permanência; rescisão de contratos; diferença de progressões; licença prêmio; processos de pagamentos de quintos e desvio de funções.

O documento relembra também a extinção do auxílio saúde no valor de R$ 600,00 pagos aos aposentados sem que houvesse qualquer compensação.    

E conclui o documento considerando “louvável a economia realizada”, mas afirmando contrariedade à “renúncia de orçamento” em função do risco de “trazer efeitos desastrosos futuros” além da possibilidade de incorrer em improbidade administrativa. 


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