RONDONOTICIAS sexta-feira, 14 de dezembro de 2018 - Criado em 11/10/2001

Colisão entre carro e motocicleta mata construtor

Azulejista Rondineli Fontineli, que faria 39 anos no mês que vem, não resistiu aos ferimentos


Folha do Sul Online

10/10/2018 10:32:33 - Atualizado


VILHENA, RO - O choque entre uma motocicleta Honda CB 300 e um veículo modelo Ford Fiesta, na noite desta terça-feira, 09, em Vilhena, provocou a morte de um pioneiro da cidade: o azulejista Rondineli Fontineli de Araujo, que faria 39 anos no mês que vem, chegou a ser levado ainda com vida ao Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos.

 De acordo com dois agentes da PRF que atuaram na ocorrência, a moto pilotada pelo pioneiro trafegava pela BR 174 em direção ao aeroporto quando, nas proximidades do motel Volúpia, o carro que vinha na direção oposta foi fazer uma conversão para entrar na avenida 1802, no bairro Bela Vista, e o choque entre os dois veículos aconteceu.


A pancada foi tão violenta que, após a batida, o motociclista voou por sobre o Fiesta e caiu a mais de 10 metros de distância. Inconsciente, mas ainda respirando, o acidentado teria sofrido lesão na cabeça e fraturado os punhos na queda. Médicos e enfermeiros do HR ainda tentaram procedimentos para reanimá-lo, mas ele teria sofrido uma parada cardíaca fatal.


O QUE DISSE O MOTORISTA

Na Unisp, onde iria ser ouvido sobre o episódio, o condutor do carro conversou com a reportagem, mas pediu para não ser identificado. Disse que tem 58 anos, é servidor da educação estadual e mora em Vilhena desde 1974.


O entrevistado revelou que, após o acidente, parou no lugar do impacto para tentar socorrer a vítima e se submeteu ao teste do bafômetro, que deu negativo. O servidor, ainda abalado, disse que estava vindo da chácara que possui na Cooperfrutos, entidade que reúne pequenos produtores rurais, e garante que sinalizou para fazer a conversão. 

PIONEIROS

Rondineli era neto de um dos primeiros moradores de Vilhena: Alfredo Fontinelli, que hoje dá nome a uma das avenidas da cidade. Era sobrinho de um dos mais conhecidos comerciantes da cidade, o “Zóio da Banca”.


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