RONDONOTICIAS sábado, 20 de abril de 2019 - Criado em 11/10/2001

Lei Seca reduz índices de embriaguez ao volante na capital


Secom

08/02/2019 16:43:22 - Atualizado


RONDÔNIA - Com a implantação da Operação Lei Seca em maio de 2012 em Porto Velho, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) tem trabalhado de forma educativa e repressiva para reduzir os índices de acidentes no trânsito, que geralmente resultam em sequelas graves ou mortes das pessoas envolvidas. Esse trabalho é desenvolvido pela Diretoria Técnica de Fiscalização e Ações de Trânsito (Dtfat) que apresenta números e dados estatísticos que mostram a importância desta ação.

De acordo com a direção-geral da autarquia este é um projeto em andamento em todo estado de Rondônia, que atende a uma determinação do governo estadual, com previsão no Planejamento Estratégico do Detran, e que já apresenta os melhores resultados, com queda significativa nos índices de acidentes com vítimas, principalmente, com registro menor de 55% de ocorrências.

Dados registram redução de 2% no número de acidentes com vítimas.

Segundo o levantamento do Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito do Detran (Renaest) no ano de 2017 ocorreram 5.199 abordagens e 1.244 motoristas autuados, com 21,3% de incidência. Já em 2018 o número de abordagens dobrou, passando para 10.590, com 2.016 motoristas autuados, totalizando em 19% de incidência.

O trabalho da equipe de fiscalização também reflete na redução anual de acidentes de trânsito com vítimas no município de Porto Velho, que registrou uma queda contínua desde 2012, passando de 4.947 para 2.153 em 2017, um avanço de mais de 55% na redução de vítimas envolvidas em acidentes.

Para o coordenador do Renaest, Iremar Lima, além dos resultados apresentados, o aumento no número de abordagens gera uma diminuição de acidentes durante os dias da Operação Lei Seca, e complementa “ao analisar os dados após o início da Lei Seca na Capital é possível constatar que ela colabora com o projeto do Detran, que é trabalhar para mudar essa realidade, a fim de tornar mais humanas as relações no trânsito”, afirma.


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