RONDONOTICIAS sexta-feira, 10 de julho de 2020 - Criado em 11/10/2001

Depois dos protestos da saúde, Máximo diz que vai lutar pela categoria


Publicada em: 27/05/2020 15:21:14 - Atualizado

PORTO VELHO - RO - O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, depois dos protestos feitos na terça feira, 26, em frente ao Hospital João Paulo II, e na manhã desta quarta feira, 27, defronte ao palácio do governo,  reivindicando melhoria salarial, anunciou  que vai lutar por melhores salários e  condições de trabalho para o pessoal da saúde.

Segundo Máximo, ele está sensível à questão: “Vai ter um valor a mais que todos os servidores da Saúde irão receber durante a pandemia, o Estado tem um pouco de dificuldade financeira sim, vai ser dado um aumento para os servidores, já foi enviado um PL para a Assembleia Legislativa, vai acontecer essa readequação após a pandemia” ressaltou.

EQUIPARAÇÃO COM A SEGURANÇA PÚBLICA

Servidores reclamam que os governos, Daniel Pereira, Confúcio Moura e Marcos Rocha, fecharam os olhos para o pessoal da saúde e se voltaram apenas para prioridades nas pastas das Polícias Civil e Militar.

Segundo eles a readequação salarial dos profissionais da segurança pública veio através do Projeto de Lei apresentado pelo Executivo Estadual que simplesmente excluiu profissionais de Enfermagem e outras categorias da Saúde nos aumentos salariais, contemplando exclusivamente as Forças de Segurança, com salários-base de 5 a 21 mil reais.

REVOLTA DOS TRABALHADORES

Essa medida revoltou os trabalhadores da Saúde rondoniense e mobilizou inclusive a bancada de Rondônia no Congresso Nacional, tendo à frente o deputado  Mauro Nazif-PSB, que cobrou com veemência o assunto, pedindo ao governo para ter vergonha na cara e prestigiar os trabalhadores que arriscam suas vidas em prol de salvar a vida da população.

ENTREGA DA PROPOSTA NA CASA CIVIL

Nesta última segunda-feira (25) sindicatos e associações que representam médicos, enfermeiros, auxiliares, técnicos, entre outros trabalhadores da área da Saúde no Estado, entregaram na Casa Civil um ofício onde apresentam sua proposta, sem retorno até agora.

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