RONDONOTICIAS segunda-feira, 21 de outubro de 2019 - Criado em 11/10/2001

Retorno de Marinha Raupp à Câmara dos Deputados


Por Antônio Queiroz

13/09/2019 10:56:58 - Atualizado

O velho Índio Tabajara da Tribo Cariri decidiu no último final de semana, por causa do calor infernal, dar um passeio nas matas e florestas que restaram depois das queimadas em Rondônia. Não é fácil suportar o calor beirando os 40 graus. Deixando de lado as questões da natureza, vamos ao que "achado" do velho silvicola paraibano. No pleito eleitoral de 2018 muitas das tradicionais figuras políticas perderam a "boquinha" e hoje estão em lugares incertos e não sabidos. Só que a manivela do tempo tem que ser acionada para que o leitor faça o acompanhamento da ideia. Então, vamos fazer uma retrospectiva do pleito eleitoral de 2018, principalmente na eleição proporcional para deputado federal. Muitas composições políticas, muitos candidatos, etc e tal... no imbróglio político daquele ano surgiu uma coligação proporcional que dava o que falar. Era a coligação que envolvia os partidos Partido Verde (PV), Podemos (Pode) e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB). As "raposas" tradicional da política rondoniense acreditavam em sua eleição. No caso específico dessa coligação, o então candidato a deputado federal Léo Moraes (Pode) supera a tudo e a todos e se elege para ocupar uma das oito cadeiras destinadas para Rondônia na Câmara dos Deputados Federal. É de se perguntar: qual a razão de tanto "arrodeio" do índio Tabajara para expressar o que pretende nesse artigo. É que, enquanto passeava no que restou das matas e florestas remanescentes de Porto Velho. o paraibano teve um momento de lucidez política e descobriu que tradicional política rondoniense pode ser deputada federal a partir de janeiro de 2021. É que, o hoje deputado federal Léo Moraes já anunciou que é pré-candidato a prefeito de Porto Velho. Tá aí a descoberta! Caso tenha sucesso em sua pretensão em 2020, Léo Moraes estará dando luz para que Marinha Célia Rocha Raupp de Matos - ou simplesmente Marinha Raupp, venha ser empossada deputada federal. Calma, vou explicar o que o índio Tabajara comentou na escaldante tarde desta quarta-feira, em Porto Velho, e que tem  e/ou faz sentido. Em 2018, Léo Moraes, concorrendo pelo Pode, obteve 69.565 votos ( 8,88% dos votos válidos), enquanto que Marinha Raupp, pelo MDB, recebeu 18.223 (2,33%). Espanto geral nos meios políticos de Rondônia: Marinha não tinha sido eleita deputada federal. Choros, desespero, ranger de dentes e a realidade mandou Léo Moraes para Brasília. Agora, com o advento das eleições para 2020 e o paranaense - filho do saudoso ex-deputado estadual Paulo Moraes - com a determinação de ser prefeito de Porto Velho, vai obrigar o MDB a somar esforços, suar a camisa para elegê-lo chefe do Executivo da Capital. Pronto. Descoberta fantástica: por ser a primeira suplente de Léo Moraes, Marinha Raupp volta triunfalmente para a Câmara dos Deputados Federal. Ufa!!! Pelo menos, por enquanto, nenhum analista político publicou, divulgou essa possibilidade. Viva, o índio Tabajara!!! O cara é competente!!! Política rondoniense é com o paraibano. Afinal, são quase 40 anos militando nos bastidores da política rondoniense e o detalhe: principalmente como editor chefe do jornal O ESTADÃO do NORTE. Bola no centro do campo. Resta a tradicional Família Raupp trabalhar pelo nome de Léo Moraes para elegê-lo prefeito de Porto Velho em 2020. Ufa!!!!


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