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    porto velho, quarta-feira 17 de agosto de 2022

O Dia na História - Compilação do jornalista Lúcio Albuquerque

Católicos lembram São Pedro Julião Eymard, Santo Estevão I, Santo


Lúcio Albuquerque

Publicada em: 02/08/2022 10:53:23 - Atualizado

RONDÔNIA

1907 – O engenheiro Joaquim Catramby, ganhador da concorrência para construir a ferrovia Madeira-Mamoré, vende os direitos da obra à empresa Raylway Company (EUA). 1982 – Primeiro júri no recém-criado fórum de Cacoal, sendo juiz Salatiel Soares de Souza, o promotor Homero da Silva Scheidt e defesa o advogado João de Albuquerque Cavalcante.

Católicos lembram São Pedro Julião Eymard, Santo Estevão I, Santo Eusébio de Vercelli

BRASIL

1952 – Na Olimpíada de Helsinque, o nissei Tetsuo Okamoto conquista o bronze nos 1.500 metros, a 1ª medalha brasileira na natação. 1957 - Morre Lasar Segall, pintor lituano, radicado no Brasil que difundiu a arte moderna no país. 1989 - Morre Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, principais composições: Asa Branca, Que Nem Jiló e Baião de Dois, entre outras.

MUNDO

1819 – Morre o escocês Alexander Graham Bell, inventor do telefone (n. 1905). 1921 – Morre Enrico Caruso, considerado o maior inté3rprete de música erudita de todos os tempos (n. 1873). 1939 — Albert Einstein e Leó Szilárd escrevem uma carta a Franklin Delano Roosevelt, aconselhando-o a iniciar o Projeto Manhattan para desenvolver uma arma nuclear.

FOTO DO DIA

1972 – O vereador Edgar Vasconcelos (ARENA) discute com o governador do Território Paulo Nunes Leal (C), na festa do asfaltamento na Avenida Sete de Setembro (PVH). A discussão acabou quando o prefeito de Guajará-Mirim (camisa branca atrás de Paulo Leal) interferiu. À esquerda o jornalista Osmar Vilhena (PMDB), eleito naquele ano o mais votado para a Câmara portovelhense, cujos votos deram ao partido a maioria na Câmara, mas a bancada o cassou, armação atribuída por muitos ao deputado federal Jerônimo Santana. Osmar seria “inconfiável” em razão de, como jornalista da Rádio Caiari, cumprir pauta na governadoria ou o temor de Vilhena ser potencial candidato a federal. Na época o território elegia só um deputado. Em 1985 Vilhena voltou ao partido, mas só foi candidato a deputado estadual, e eleito, depois de um comerciante financiador da sigla ameaçar cortar “o pix”.