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porto velho, terça-feira 10 de fevereiro de 2026

Dividida entre duas escolas no Carnaval 2026, a rondoniense Jaquelline Grohalski vive uma rotina que mistura agenda cheia e conta bancária em alerta. Musa da Grande Rio, no Grupo Especial, e da Unidos de Padre Miguel, na Série Ouro, a ex-BBB e ex-Fazenda diz que a dobradinha exige mais do que samba no pé.
Em conversa com este colunista do Metrópoles nos bastidores da Sapucaí, Jaquelline deixou claro que o investimento acompanha o tamanho da responsabilidade.
"É caro! Não vou ser modesta, porque é caro. Cada ensaio a gente se prepara e eu sou uma drag. Gosto de montar, gosto de me embolar com o enredo. Todos os meus looks são baseados no enredo, gosto de trazer a força da cultura e de mostrar que o nosso enredo é plural e rico”, revelou.
Segundo ela, o custo vai além das fantasias e cresce conforme o Carnaval se aproxima. A influenciadora explicou que a estrutura por trás do close funciona como uma pequena empresa em ritmo acelerado.
“Todo ano a gente vai gastar com o Carnaval. É uma equipe, desde o professor de dança, é uma megaprodução”, disse.
Mesmo com a maratona de compromissos entre ensaios de quadra, rua e técnicos na Sapucaí, Jaquelline afirmou que a experiência tem sido positiva. Para ela, 2026 já ocupa um lugar diferente na memória.
“É um ano muito único na minha vida. Estou em duas escolas no Rio de Janeiro e a Grande Rio me recebeu muito bem, me sinto em casa… As musas, nossa rainha Virginia também, sempre muito educada e simpática com todas nós. Está sendo um ano muito gostoso, estou muito feliz”, afirmou.
O papo que rolou no Camarote Arpoador também passou pelos realities, território que Jaquelline conhece bem. Veterana quando o assunto é reality show, ela participou do Big Brother Brasil em 2018 e de A Fazenda em 2023, e garante que acompanha de perto os movimentos do BBB 26.
Na avaliação dela, a presença de veteranos foi decisiva para movimentar o jogo e evitar uma edição previsível.
“Se não tivessem os veteranos, ia ser morno. A melhor coisa que o Dourado fez foi jogar os veteranos. Quando participei do BBB, eu era 100% pipoca, não existia esse negócio de camarote. O camarote é bom para A Fazenda, porque está todo mundo ali igualado”, disse.
Ao comparar os formatos, Jaquelline reforçou que a dinâmica muda conforme o perfil do elenco e que a mistura nem sempre favorece o jogo mais solto.
“Como já fiz os dois, sinto isso: quando a gente entra só anônimo, a gente se joga mais. Naquela mistura, muita gente tem medo de se jogar. E acho que os veteranos já são ralados, já entraram e participaram. Então, eles vão para dar o gás no game”, afirmou.
Por fim, a ex-BBB não fugiu da pergunta clássica e entregou sua torcida para a edição atual, deixando claro que prefere o jogo em sua versão mais tradicional.