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porto velho, quinta-feira 2 de abril de 2026

Rachel Sheherazade, 52, voltou a ficar entre os assuntos mais comentados do momento na noite desta quarta-feira (1º). Isso porque a jornalista pegou os seguidores de surpresa ao usar sua conta pessoal no X (antigo Twitter) para revelar que seu filho está sob cuidados médicos e fazendo uso de antibióticos.
Como de costume, Rachel fez questão de ser transparente com os seguidores e falou sobre a situação. “Peço ajuda aos meus seguidores para marcarem a @paguemenosbr. O caso: meu filho está sob tratamento médico e fazendo uso de antibiótico que não pode ser interrompido”, começou.
“Fiz o pedido à @paguemenosbr via telefone, pagando à vista e frete para entrega no mesmo dia. Passaram-se dois dias e o produto não foi entregue. Contactei todos os números disponíveis e fui informada de que só terei resposta daqui a três dias. E como fica o tratamento do meu filho, que não pode ser interrompido? Me ajudem! @anvisa @mpconsumidor @Proconsp e @Procon”, concluiu a jornalista.
Como era de se imaginar, muitos seguidores decidiram ajudar a comunicadora repostando sua mensagem e cobrando um posicionamento da farmácia. “Qual vai ser? Resolva a situação! O consumidor merece respeito!”, afirmou uma usuária. “Isso é um absurdo! Falta de respeito total, ainda mais se tratando de saúde. Tomem uma providência logo”, pediu outra.
Após a repercussão, a empresa respondeu: “Oi, Rachel! Sinto muito pelo transtorno. Dá uma olhadinha na mensagem que te enviei na DM (mensagem direta)”.
Em entrevista a Ronnie Von no programa Companhia Certa, da RedeTV!, Rachel Sheherazade contou sobre uma crise de pânico que teve ao vivo enquanto apresentava o SBT Brasil. A crise aconteceu durante a cobertura da pandemia de COVID-19.
“Aquilo foi muito doloroso, mostrar aquelas mortes. Um dia tive realmente uma crise de pânico, achei que meu coração ia parar, que ia cair na bancada”,Rachel Sheherazade.
A jornalista ainda explicou que escondeu o que estava acontecendo. “Comecei a pensar como uma ‘máquina’: ‘vai ser um vexame para a televisão cair aqui na bancada’, ‘vai ser ruim para o programa’, ‘vai ser ruim para a emissora’. Quando cheguei em casa, me acabei de chorar, liguei para o médico, fui ao hospital e ninguém soube”, contou.
Ainda durante a conversa, Rachel também relembrou o preconceito que sofreu quando assumiu o comando do jornal em 2012. “Havia um pouco de xenofobia, porque era uma nordestina que chegou e sentou na janelinha. Fui convidada, então sentei na janelinha, mesmo! ‘Quem é essa que se sentou na janelinha e acha que pode dar opinião?’, ‘jornalista não dá opinião’. Quem disse?”, questionou.