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porto velho, terça-feira 28 de julho de 2026

María Camila Potosí, uma jovem colombiana de 21 anos que estava grávida de oito meses, foi encontrada morta, na cidade de Cali, na semana passada, após ter sido declarada desaparecida pela família. A vítima teve a bebê, que se chamaria Alahia, arrancada da barriga e levada.
Na última vez que foi vista com vida, María estava na garupa de uma moto, supostamente a caminho de uma consulta médica, em 16 de julho. Segundo imagens das câmeras de segurança das ruas, uma mulher dirigia o veículo. O pai da vítima, Alexander Potosí, afirma que a motorista teria conhecido a filha em um programa para gestantes.
“Aparentemente, tudo foi planejado. Ela (a motorista) a tirou de casa, e foi lá que minha filha foi parar (…) Não sabíamos quem ela era”, disse à imprensa local.
Antes de subir na garupa da moto, María Camila enviou uma mensagem para a cunhada. “Tive que sair correndo para confirmar um agendamento para um exame final que marcaram para mim hoje”, escreveu.
O corpo de María foi encontrado em 20 de julho, a cerca de seis quilômetros da residência dela, na vila de La Buitrera, envolto em lençóis e cobertores e com sinais de tortura. Suas mãos e pés estavam amarrados e ela foi esfaqueada várias vezes.
Oito dias após a ocorrência do desaparecimento, o prefeito de Cali, Alejandro Eder, informou que a recompensa por informações que levem à captura dos responsáveis havia aumentado para mais de 100 milhões de pesos (cerca de R$ 29 mil).
“Lamentamos profundamente esta perda que hoje traz tristeza à sua família e entes queridos, e expressamos nossa total solidariedade a eles”, declarou Eder.