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    porto velho, quinta-feira 22 de fevereiro de 2024

STF mantém prisão de Valdemar Costa Neto e aliados de Bolsonaro que falam em perseguição política

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto e outros presos na Operação Tempus Veritatis passaram por audiência de custódia nesta sexta-feira


metropoles

Publicada em: 09/02/2024 16:02:28 - Atualizado

foto metropoles


O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a prisão do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e de outros três detidos durante a Operação Tempus Veritatis, da Polícia Federal, deflagrada nessa quinta-feira (8/2). Todos passaram por audiência de custódia nesta sexta-feira (9/2) na Superintendência Regional da Polícia Federal, no Distrito Federal.

Valdemar foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e por usurpação mineral, ao ser pego com uma pepita de ouro, durante a operação. Costa Neto estava em casa, na região central de Brasília, que fica no mesmo prédio da sede do PL, o Brasil 21.

A defesa do ex-deputado afirma que a arma encontrada no local pertence a um parente e seria registrada. Além disso, os advogados sustentam que a pepita tem baixo valor e não configura delito segundo a própria jurisprudência.

O antigo chefe da secretaria de Comunicação de Bolsonaro, Fabio Wajngarten comentou a manutenção da prisão de Valdemar no X, ex-Twitter: “A não soltura do Presidente Valdemar nesse momento só escancara ainda mais o momento que o Brasil vive.
Minha solidariedade à ele, bem como à sua esposa e familiares (sic). Vergonhoso”.

Audiências

Confira o nome dos presos na operação que tiveram as detenções mantidas após audiência de custódia:

  • Valdemar da Costa Neto;
  • Filipe Garcia;
  • Marcelo Câmara e
  • Rafael Martins de Oliveira

Tempus Veritatis

Nessa quinta, a PF deflagrou a Operação Tempus Veritatis (“hora da verdade”, em latim) para apurar organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito.


    Foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva e 48 medidas cautelares diversas da prisão.

    Policiais federais estiveram em endereços nos estados do Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.



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