• Fundado em 11/10/2001

    porto velho, terça-feira 3 de março de 2026

Os mamateiros de plantão


Por Valdemir Caldas

03/03/2026 16:44:00 - Atualizado

O mundo está passando por intensas mudanças e desafios. Como se não bastasse a inquietação social generalizada em todas as latitudes, uma nova guerra no Oriente Médio acende a angústia em todos os espíritos. Isso porque ninguém pode prevê as consequências que poderão advir para a humanidade de mais esse conflito. O momento é de reflexão e, principalmente, de voltar os nossos olhos para o alto e clamar pela misericórdia do Senhor no sentido de orientar os líderes das nações envolvidas no conflito.

Mais uma vez, políticos brasileiros vão na contramão da história, manifestando solidariedade ao Irã e condenando os ataques dos Estados Unidos contra o regime sanguinário dos aiatolás, responsável por centenas de mortes nos últimos dois meses de protestos contra a teocracia iraniana. Esse é o retrato de um país onde políticos se acostumaram a usar o mandato popular como instrumento de segregação, sempre prontos para defenderem ditaduras que promovem misérias e privações. E o pior é que muita gente acha isso a coisa mais natural do mundo.

Alguém já disse que “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe”. Logo, a população brasileira vai acordar desse pesadelo. E, quando isso acontecer, sua primeira providencia é mandar às favas os políticos caricatos que se elegem prometendo servir ao povo, porém, uma vez encastelados no poder, passam a servir-se dele, fazendo da política carreira ou profissão rendosa. Alguns mamateiros, depois de conseguirem um mandato, via de regra por processos pouco recomendáveis, não querem mais deixar a mesa dos banquetes oficiais, nem de matar a sede de vantagens ilícitas nas fontes dos cofres públicos.


O RONDONOTÍCIAS preserva integralmente a liberdade de opinião de seus colaboradores, não interferindo no conteúdo dos textos assinados, cuja responsabilidade é exclusiva de seus autores, não refletindo, necessariamente, a posição institucional do jornal.
Os comentários são via Facebook, e é preciso estar logado para comentar. Os comentários são inteiramente de sua responsabilidade.