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porto velho, sábado 30 de maio de 2026

BRASIL: A Polícia Civil investiga a morte de dois funcionários de uma produtora de rap e funk na zona sul de São Paulo. Os homens foram localizados em um cemitério clandestino na comunidade de Heliópolis na última segunda-feira (25/5) junto com outros dois corpos.
Até o momento, duas vítimas foram identificadas. A morte do cantor Jonas Barros de Oliveira, 25, foi confirmada pelas autoridades na terça-feira (28/5). Ele também era conhecido como Gigante e MC GG. Segundo a apuração do Metrópoles, Jonas trabalhava como cantor de funk há aproximadamente três anos e, recentemente, havia gravado dois videoclipes na produtora Damassaclan, apesar de não ser contratado pela empresa.
Dois dias depois, na quinta-feira (28/5), a polícia identificou Francisco Rubens Souza Cruz, 46, entre os mortos. De acordo com o boletim de ocorrência, ele trabalhava como motorista dos artistas da Damassaclan.
As outras duas identidades ainda não foram confirmadas. A principal suspeita é de que um dos corpos seja de Werlen Moitinho Vieira, gerente da produtora. Familiares não identificaram Werlen entre as vítimas, mas relataram que roupas encontradas no local pertencem ao gerente. O outro corpo estava enterrado há mais tempo no local e pode não ter relação com o caso.
Os mandantes e as motivações dos crimes também não foram esclarecidos até o momento. Ao Metrópoles, testemunhas disseram que Jonas já havia recebido ameaças de morte por recusar uma proposta de outra produtora, que estaria envolvida com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A negativa supostamente motivou uma execução pelo “tribunal do crime”.
Jonas, Francisco e Werlen passaram cerca de três dias desaparecidos antes de o cemitério clandestino ser descoberto. Testemunhas relataram à polícia que Werlen foi visto pela última vez o dia 21 de maio. No dia seguinte, Francisco foi chamado para “trocar uma ideia” com um homem dentro de um carro preto e desapareceu em seguida. Jonas sumiu no dia 22.