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porto velho, segunda-feira 28 de setembro de 2026
Lideranças evangélicas saíram em defesa do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, em meio à crise causada pela disseminação de notícia falsa que associa o senador a uma proposta para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (28), o Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus apoiadores de promover fake news.
A entidade afirma que “repudia com veemência a utilização de uma fake news por Lula e seus seguidores para atingir um adversário político e, o mais grave, promover uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos”.
“Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião”, diz o comunicado.
O movimento foi criado pelo pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e afirma reunir mais de 10 mil pastores de diferentes denominações.
Além de Malafaia, assinam o documento César Augusto, Robson Rodovalho, Estevam Hernandes, Samuel Câmara, Galdino Júnior, Jabes de Alencar, Teó Hayashi, Cláudio Duarte, Luiz Hermínio, Ezequiel Teixeira, Paulo Roberto, Marcus Gregório e Simonton Araújo.
A manifestação ocorre a seis dias do primeiro turno, depois de a notícia falsa sobre Nossa Senhora Aparecida passar a ser explorada por adversários de Flávio. O candidato do PL nega qualquer proposta para retirar o título de padroeira do Brasil ou acabar com o feriado de 12 de outubro.
Em busca de uma reação à crise, Flávio participa nesta segunda-feira do Santo Flow, podcast católico.