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    porto velho, quarta-feira 27 de maio de 2026

Hildon critica “lambança” no Heuro e Silvia defende gestão eficiente para destravar obras em RO

Arimar Souza de Sá recebeu Hildon Chaves e Silvia Cristina durante edição especial do programa A Voz do Povo direto da Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná...


Redação

Publicada em: 27/05/2026 14:16:32 - Atualizado

Foto -edição Rondonoticias

PORTO VELHO, RO - Apresentado pelo jornalista e advogado Arimar Souza de Sá, o programa A Voz do Povo desta quarta-feira (27/05) recebeu o ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo União Brasil, Hildon Chaves, e a deputada federal Silvia Cristina, pré-candidata ao Senado Federal pelo Progressistas. A transmissão especial foi realizada diretamente da Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná. Durante a entrevista, os convidados abordaram temas como gestão pública, infraestrutura, saúde e os principais desafios administrativos enfrentados por Rondônia.

Ao comentar sobre a construção do Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro) de Porto Velho, Hildon Chaves afirmou que a obra não avançou por falhas gerenciais, erros na modelagem do projeto e problemas no modelo de licitação adotado. Segundo ele, o entrave não ocorreu por falta de recursos financeiros, mas por questões administrativas e burocráticas. “O Heuro não saiu por questão gerencial e pelo modelo da licitação. Foi uma 'lambança'. Colocaram alguém que foi preso quatro vezes”, declarou.

Durante a entrevista, Hildon também afirmou que houve erros técnicos na estruturação do projeto e criticou a insistência em um modelo que, segundo ele, não apresentou resultados positivos. “A modelagem foi feita de forma equivocada e insistiram em algo que não deu certo. O Heuro não saiu por causa de papel”, afirmou.

Foto - Arquivo Rondonoticias

O ex-prefeito destacou ainda que obras públicas dependem diretamente da capacidade administrativa de quem governa e relembrou realizações de sua gestão à frente da Prefeitura de Porto Velho. Como exemplo, citou a construção da rodoviária da capital, entregue, segundo ele, dentro do prazo inicialmente previsto. 

“Nós fizemos uma rodoviária de mais de mil metros quadrados. Eu disse que ficaria pronta em um ano e meio e foi entregue nesse prazo. Tudo é questão de gestão e capacidade do gestor”, destacou.

Hildon também afirmou que, caso seja eleito governador, pretende retomar projetos considerados estratégicos para Rondônia e garantir que grandes obras avancem com planejamento técnico adequado. “Só se justifica não fazer algo quando não existe dinheiro”, pontuou.

Foto - Arquivo Rondonoticias

Já a deputada federal Silvia Cristina destacou a necessidade de responsabilidade administrativa e continuidade de investimentos considerados essenciais para Rondônia, principalmente nas áreas da saúde, infraestrutura e desenvolvimento regional. Durante a entrevista, a parlamentar afirmou que o Estado precisa de planejamento eficiente e compromisso com obras estruturantes que impactem diretamente a população.

Segundo Silvia Cristina, a experiência administrativa e a capacidade de execução são fundamentais para garantir avanços concretos em setores prioritários. “Rondônia precisa de planejamento, compromisso e responsabilidade para que obras importantes saiam do papel e cheguem até a população”, afirmou.

A deputada também reforçou a importância de investimentos na saúde pública e defendeu que grandes projetos precisam ser conduzidos com seriedade e gestão técnica para evitar atrasos e paralisações. “Não adianta anunciar obras sem ter organização e planejamento. A população precisa ver resultado acontecendo de verdade”, destacou.

Durante a conversa conduzida por Arimar Souza de Sá, os entrevistados também abordaram os desafios enfrentados pelo Estado nas áreas de saúde pública, infraestrutura e desenvolvimento regional, além da necessidade de gestores com experiência administrativa comprovada.

A entrevista integrou a programação especial do programa A Voz do Povo durante a Rondônia Rural Show, evento que reúne autoridades, empresários, lideranças políticas e representantes do agronegócio em Ji-Paraná.

OUÇA A ENTREVISTA COMPLETA AQUI:


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