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    porto velho, quarta-feira 12 de agosto de 2026

Ao lado de Damares, Bruno Bolsonaro Scheid defende segurança jurídica no campo

Candidato ao Senado afirma que produtores de Rondônia não podem continuar esperando anos pela titulação das terras e defende estrutura estadual para acelerar regularização...


Redação

Publicada em: 11/08/2026 19:06:16 - Atualizado

imagem - divulgação

PORTO VELHO - RO - O candidato ao Senado por Rondônia Bruno Bolsonaro Scheid (PL) colocou a segurança jurídica de quem produz no campo no centro do debate sobre regularização fundiária. Em Brasília, ao lado da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), Bruno cobrou uma resposta efetiva para produtores rurais que, segundo ele, passam anos esperando pelo documento definitivo de suas propriedades.

“Direito à propriedade é sagrado. E quem produz em Rondônia sabe o que é esperar anos por um documento que nunca chega”, afirmou.

Para Bruno, a questão fundiária não pode continuar presa à burocracia enquanto famílias trabalham, investem e produzem sem a tranquilidade de ter a situação documental da terra definitivamente resolvida. A cobrança, segundo ele, é simples: quem está no campo produzindo precisa de segurança jurídica e do título em mãos.

Durante a agenda com Damares, Bruno afirmou que tratou de alternativas para destravar a regularização e defendeu a criação de um Instituto de Terras de Rondônia, com atuação voltada a tornar os processos mais rápidos e eficientes.

“A saída é criar o Instituto de Terras de Rondônia, para fazer rápido e sério o que o Incra não faz há décadas”, declarou.

O candidato também defende que Rondônia tenha mais força política em Brasília para enfrentar entraves que se arrastam há anos. Para ele, regularizar a situação de produtores não é favor do poder público, mas uma medida necessária para dar segurança a quem trabalha, gera renda e constrói patrimônio no Estado.

“Assunto de Estado se resolve no Senado. Por isso Rondônia precisa de uma bancada forte, que pense no nosso povo, na nossa terra e nas nossas famílias”, disse.

Bruno encerrou a manifestação com uma cobrança direta ao poder público e reforçou que o produtor não quer mais promessas ou processos que se prolongam indefinidamente.

“Chega de falácia. O produtor rural quer documento na mão.”


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