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porto velho, segunda-feira 7 de setembro de 2026

PORTO VELHO-RO: O Instituto Phoenix, publica hoje, 7, o resultado do seu último levantamento para o cargo de governador nas eleições de outubro no estado de Rondônia. A pesquisa é a primeira realizada pelo Instituto para governo do estado após o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na tv.
Com coleta de dados em campo ocorrida entre os dias 3 e 6 de setembro, numa amostra de 1.123 eleitores, a pesquisa, estimulada, foi registrada no TRE sob o número 02620/2026 e contratada pela empresa ABC Publicidade LTDA. O estatístico responsável foi Augusto da Silva Rocha, cujo registro no CONRE é o de número 7655.
Os números da pesquisa

Segundo o levantamento do Instituto Phoenix, Marcos Rogério (PL) segue na frente, com 24,3% das intenções de voto, seguido de Hildon Chaves, que chegou a 21,7%. O candidato do PSD, Adailton Fúria, por sua, vez reúne 17,3% de eleitores no estado. Já o neófito Pedro Abib (MDB) chegou à marca de 7,6%, enquanto Expedito Neto (PT) pontuou em 5,7% e Samuel Costa registrou 4,90%. O percentual de eleitores que afirmou votar branco e nulo chegou a 6,7% e os indecisos 11,5%. A margem de erro do levantamento é de 2,9% para mais ou para menos e o nível de confiança de 77%.
Dados de rejeição dos candidatos
Os indicadores de rejeição indicam uma estabilidade nos percentuais apresentados pelos candidatos desde o momento em que os nomes ganharam destaque e se consolidaram como candidatos, nas suas respectivas convenções partidárias. O Candidato Marcos Rogério sempre transitou em torno do percentual apresentado nesta pesquisa, 31,7% de eleitores que não votariam nele de jeito nenhum. O nome indicado pelo PT, Expedito Neto, apresenta a segunda maior rejeição, 18,5%, mas, em patamar bem inferior ao observado pelo petismo no estado. Em número absolutos, Neto, representante do lulismo em Rondônia, apresenta quase a metade da rejeição de Rogério – que se diz o único bolsonarista raiz – o que sugere que ele tem espaço para crescer entre os eleitores de Lula.

Já o representante do União Brasil, Hildon Chaves, segundo colocado na pesquisa, aparece como o quarto mais rejeitado, com 8,8%, o que indica que a sua situação, no patamar em que se encontra, está pouco sujeita a oscilações bruscas. O mesmo não é possível dizer de Adailton Fúria, uma vez que os 18,7% de rejeição pode impactar de modo relevante os seus 17,3% de eleitores conquistados. Os candidatos Samuel Costa e Pedro Abib, respectivamente com 3,1% e 2,7% de rejeição são os que menos correm risco de perder posições até o fim do primeiro turno – logo, com Mia espaço para crescer.
Os movimentos entre uma pesquisa e outra
Considerando a última pesquisa do Instituto Phoenix, publicada em 21 de agosto, as posições de Adailton Fúria (19,3% naquela) e Hildon Chaves (16,6%, também naquela) se alteraram em pouco mais de 20 dias. Enfatize-se que as duas campanhas foram objetos de ajustes pelos dois candidatos, incluindo trocas de marqueteiros e coordenadores e fortes ruídos fortes de rupturas internas nos dois grupos políticos.
Expedito Neto, com 6,6% na pesquisa anterior e 5,7% nesta oscilou para baixo, dentro da margem de erro. A sua candidatura parece encontrar resistência entre os petistas mais engajados, embora o tamanho do lulismo no estado lhe ofereça espaço para crescer. Samuel Costa, por sua vez, oscilou positivamente entre uma pesquisa e outra, saindo de 2,3% na primeira pesquisa para os 4,9% na de agora – talvez como resultado da exposição que resulta da sua luta para a manutenção da sicandidatura.
O Fator Abib
Em pouco mais de 20 dias, o candidato do MDB, Pedro Abib, saiu de pouco mais de 1,2% para os atuais 7,6%, com aumento de 636% nas intenções de votos no período. Com quase nenhuma rejeição, o crescimento significativo da candidatura de Abib pode ser explicado pela novidade que o seu nome representa entre os candidatos colocados na disputa, a capilaridade e estrutura do MDB no estado e a presença agressiva do candidato na mídia nas últimas semanas, incluindo o discurso sólido e a boa performance nos dois debates até agora realizados – além de espaço político ampliado pela coligação entre o seu partido e o PDT do candidato ao senado, Acir Gurgacz – que dispõe de uma máquina de campanha poderosa.