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porto velho, quarta-feira 30 de abril de 2025
BRASIL: Quando o assunto é diva pop, fica mais fácil perguntar qual loucura um fã não faria para chegar perto de sua musa. O vendedor Michel Ferreira Rocha, de 31 anos, usaria até fralda. O mineiro saiu de Belo Horizonte para curtir o show gratuito de Lady Gaga em Copacabana, no Rio de Janeiro, mas não quer só ver a cantora no palco neste sábado, 3.
O little monster --monstrinho, como a artista carinhosamente chama seus fãs-- quer mesmo descolar um ‘tchauzinho’ da diva na sacada do Copacabana Palace, hotel onde a artista está hospedada desde a madrugada desta terça-feira, 29.
Lady Gaga está na vida de Michael há 17 anos. Foi quando ouviu o álbum The Fame Monster que o vendedor foi “fisgado” pela cantora. “Ouvir esse som foi essencial para me tornar fã. As conversas sobre autoaceitação, sobre identidade sexual… Ela me ‘pegou’ no peito”, relembrou.
De lá para cá, ele segue a mother monster sem medir esforços. No fatídico cancelamento do Rock in Rio 2017, lá estava Michel, em frente ao hotel Fasano, esperando um “oi” da diva pop. Ao invés disso, recebeu a notícia de que ela não vinha mais. Apesar de chamar o episódio de “trauma”, ele garante que não ficou ressentido.
“No dia, fui para praia chorar. Mas, depois, fizemos uma homenagem legal com o maior fã clube dela da América Latina. Ela até curtiu os vídeos, as fotos… Resolvemos curtir mesmo tendo acontecido isso, porque acho que valia sentir a energia dos fãs em união, naquele momento doloroso”, conta.