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    porto velho, quinta-feira 19 de fevereiro de 2026

Servidores suspeitos de vazar dados de ministros foram ouvidos pela Polícia Federal

Quebra fiscal de familiares do STF é investigada no inquérito das fake news. Medidas foram autorizadas por Alexandre de Moraes


metropoles

Publicada em: 18/02/2026 10:48:54 - Atualizado


A Polícia Federal (PF) ouviu os quatro investigados suspeitos de vazar dados de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares.

Os depoimentos ocorreram ainda na terça-feira (17/2), logo após a operação, e foram colhidos pelos investigadores para evitar eventual combinação de versões entre servidores da Receita Federal e do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Com isso, a PF passará a analisar todo o material apreendido — como celulares, notebooks, computadores, pen drives e outros itens —, além dos próprios depoimentos dos investigados.

Ao todo, quatro pessoas foram alvo de buscas e apreensões nas cidades de Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Guarujá (SP) e São José do Rio Preto (SP). Os investigadores cumprem medidas cautelares impostas pelo relator do inquérito, o ministro Alexandre de Moraes.

A PF apura se a quebra de dados fiscais da esposa de Moraes, de outros ministros e de seus familiares foi encomendada para venda a terceiros. A investigação integra o inquérito das fake news.

Segundo o STF, os servidores acusados de vazar ilegalmente os dados são: Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.


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