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porto velho, sábado 5 de setembro de 2026

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (3/9), que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o ministro Flávio Dino, também do STF, estariam articulando uma “ação ilegal” contra ele.
O senador, no entanto, não apresentou evidências para sustentar a acusação e assumiu que não tem nada comprovado.
Em publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que Moraes e Alcolumbre teriam conversado “longamente” na quarta-feira (2/9), em Brasília, e que os dois teriam articulado com Dino uma medida contra ele.
Segundo o candidato, a suposta ação teria como objetivo reagir às revelações feitas pelo ministro André Mendonça e provocar desgaste eleitoral durante a campanha presidencial.
“Alexandre de Moraes e Davi Alcolumbre teriam conversado longamente nesta quarta-feira (2/Set), em Brasília, e articulado com Flávio Dino alguma ação ilegal contra mim, com o único intuito de ‘reagir’ a André Mendonça e me desgastar eleitoralmente”, escreveu.
Flávio não apresentou informações ou documentos que comprovem a existência da conversa entre Moraes e Alcolumbre ou de uma eventual articulação com Dino.
Na sequência da publicação, o senador teceu críticas e afirmou que, caso a suposta articulação seja confirmada, ela representaria uma deterioração das instituições brasileiras.
“Caso se confirme, é a comprovação de que o Brasil virou uma várzea, terra sem lei, onde os que se acham donos do país armam farsas contra seus adversários, acreditando que jamais sofrerão as consequências de seus abusos”, declarou.
Flávio também associou a acusação à disputa eleitoral de 2026 e afirmou que seu grupo seria um obstáculo a uma eventual transformação do país em uma ditadura.