Fundado em 11/10/2001
porto velho, terça-feira 24 de março de 2026

PORTO VELHO-RO: A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), informa a confirmação de 1 caso de coqueluche no município. A criança está bem e segue internada, em tratamento e acompanhamento pela rede estadual de saúde.
A coqueluche é uma doença respiratória infecciosa, causada por bactéria, transmitida de pessoa para pessoa por meio de gotículas expelidas ao tossir, falar ou espirrar, sendo altamente contagiosa. Entre os principais sintomas estão crises de tosse intensa e prolongada, dificuldade para respirar e, em alguns casos, vômitos após a tosse.
O tratamento é realizado com acompanhamento médico e uso de antibióticos, especialmente quando iniciado precocemente, ajudando a reduzir a transmissão e a gravidade da doença.
O Departamento de Vigilância em Saúde já iniciou as medidas para o bloqueio da doença, com monitoramento das pessoas que tiveram contato com o caso, além da intensificação da vacinação. A secretária adjunta da Semusa, Mariana Aguiar Prado, destacou a importância da vacinação. “A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a coqueluche. Quando há atraso no esquema vacinal, aumentamos o risco de circulação da doença, especialmente entre crianças. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis fiquem atentos ao calendário e mantenham a caderneta atualizada”.
A Semusa reforça que a vacina contra a coqueluche está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Para crianças, a proteção começa com a vacina pentavalente, aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. A partir de 1 ano, são realizados os reforços com a vacina DTP, também conhecida como tríplice bacteriana infantil, que protege contra difteria, tétano e coqueluche (pertussis), aplicada aos 15 meses e aos 4 anos.
A Secretaria também orienta que gestantes recebam a vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche) durante a gravidez e que adultos mantenham a vacinação com a dT (difteria e tétano) atualizada a cada 10 anos, ajudando a proteger toda a família, especialmente os bebês.
Em caso de sintomas leves, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS). Em situações mais graves, deve-se buscar atendimento na UPA ou pronto atendimento. A vacinação é a principal forma de prevenção.