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porto velho, sexta-feira 13 de março de 2026

PORTO VELHO – RO: Em um movimento que repercutiu imediatamente nos bastidores políticos e administrativos do Estado, o governador de Rondônia, Marcos Rocha-PSD, decidiu promover uma mudança significativa na condução da política educacional rondoniense. A alteração atingiu diretamente o comando da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia, uma das áreas mais estratégicas da administração pública.
Por meio de decreto publicado no Diário Oficial do Estado, a professora Albaniza Batista de Oliveira foi exonerada da função de secretária estadual de Educação. A saída marca o encerramento de um ciclo fraco à frente da pasta responsável pela gestão da rede de ensino estadual, que atende milhares de estudantes em todo o território rondoniense.
Para ocupar o posto, o governador escolheu o técnico Massud Jorge Badra Neto, que assume a missão de conduzir as políticas educacionais do Estado em um momento considerado decisivo para o setor.
Até então, Badra exercia a função de chefe de gabinete na Prefeitura de Guajará-Mirim e construiu trajetória em diferentes áreas da administração pública. Ao longo da carreira, acumulou passagens por instituições de peso como o Ministério Público do Estado de Rondônia e o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, além de experiências no setor privado e em cargos executivos de gestão.
Nos corredores do governo, a mudança é interpretada como um gesto de reorganização política e administrativa na educação estadual. A área enfrenta desafios estruturais que vão desde a melhoria do desempenho educacional até a modernização da rede de ensino, passando pela valorização dos profissionais da educação e a ampliação de programas pedagógicos.
A decisão também evidencia uma característica recorrente do estilo de gestão do governador: a aposta em nomes de sua confiança para conduzir setores considerados sensíveis da administração.
Com a chegada de Massud Badra ao comando da Seduc, abre-se uma nova etapa para a educação pública de Rondônia. A expectativa agora recai sobre a capacidade da nova gestão em responder às demandas de estudantes, professores e gestores escolares — em um setor onde os resultados aparecem não apenas nos relatórios de governo, mas sobretudo no futuro de uma geração inteira.