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    porto velho, segunda-feira 4 de maio de 2026

Funcionários acusados de matar empresário com colher de pau vão a júri popular

Após o homicídio, o corpo teria sido transportado e descartado em um rio na região de Candeias do Jamari...


Redação

Publicada em: 04/05/2026 17:42:18 - Atualizado

Foto: Reprodução

PORTO VELHO, RO - Dois funcionários acusados de matar o empresário Edson Nascimento Dalto e a esposa de um deles, denunciada por ocultação de cadáver, serão julgados nos dias 12 e 13 de maio de 2026, em Porto Velho. O crime, ocorrido em maio de 2024, ganhou repercussão pela forma violenta como foi praticado.

Segundo as investigações, a vítima foi morta dentro de uma propriedade rural após ser agredida com uma colher de pau. Após o homicídio, o corpo teria sido transportado e descartado em um rio na região de Candeias do Jamari. Os principais acusados são Daniel Barroso de Souza e William Borges Costa, que respondem por homicídio qualificado, com agravantes como motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.

A esposa de um dos réus, Jucelainy Coelho de Araújo, também responde ao processo, sendo acusada de ter participado na ocultação do corpo. A responsabilidade dela será analisada durante o julgamento.

As investigações apontam que havia desentendimentos anteriores entre a vítima e um dos acusados. Testemunhas relataram que um dos suspeitos teria confessado o crime, alegando não suportar mais as ofensas feitas pelo empresário. Policiais também identificaram contradições nas versões apresentadas pelos envolvidos, além de utilizarem imagens de câmeras de segurança para reforçar as suspeitas.

O corpo de Edson Dalto foi localizado dias após o desaparecimento, em um rio diferente de onde estava o veículo da vítima, o que levantou suspeitas e ajudou a direcionar as investigações. Ele estava enrolado em uma lona.

A Justiça decidiu levar os acusados a júri popular após entender que havia provas suficientes. Até o momento, as defesas não se manifestaram sobre o caso.


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