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porto velho, domingo 19 de abril de 2026
"Nunca vi rastro de cobra, nem couro de lubisomem. Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come.''
Com certeza absoluta, quando Antônio Barros escreveu a letra da música (1973) que se tornaria famosa em 1981, na voz de Ney Matogrosso, não imaginaríamos que em 2026 o Brasil viveria tal situação, " se correr o bicho pega, se ficar o bicho come."
Hoje muito claramente percebe-se a perseguição de pessoas, que defendem um outro campo ideológico que não seja o do governo que aí está.
Com as opiniões contrárias sendo constantemente colocadas em cheque, caminhamos para um rumo ignorado, afinal nada é mais sagrado em um regime democrático do que o direito de expressar-se, de poder opinar.
Neste momento em que duas forças ideológicas , literalmente diferentes na sua maneira de governar medem forças, é preciso que sejamos sábios para decidirmos em relação ao rumo que queremos para o nosso país.
Não sejamos inocentes, afinal em pleno 2026, sabemos bem o que representa cada uma destas ideologias, cabendo portanto a cada um de nós cumprirmos com o nosso papel.
Não existe um poder soberano em uma democracia, os poderes precisam sim, ser harmônicos, se entenderem quando o assunto é o bem-estar da população.
Todos sem exceção, são iguais perante as leis, não importa o seu cargo, o seu poder, a sua situação social, as leis existem para todos.
Acusar é diferente de condenar; se o acusado acha-se inocente cabe a este mostrar sua inocência, isto é o normal.
Como diz o adágio popular: "Ninguém é culpado até que se prove em contrário" princípio da presunção de inocência; mas infelizmente existe algo estranho nas terras de Cabral.