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    segunda-feira 25 de outubro de 2021

Preço do gás sobe 6% no estado de RO e botija já chega a R$ 125 em Vilhena

Segundo pesquisa, rondoniense está pagando 6,28% mais caro no botijão desde junho. Veja os valores do gás nas cidades do eixo BR-364.


G1RO

Publicada em: 17/09/2021 11:00:52 - Atualizado

PORTO VELHO-RO: O preço médio do gás de cozinha subiu 6,28% em três meses no estado de Rondônia, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em junho, a botija de 13 quilos era comercializada, em média, por R$ 104,91 (o segundo mais caro do país na época). Já neste mês de setembro o rondoniense está pagando R$ 111,50 pelo botijão.

No acumulado do ano, a alta no preço médio do gás já chega a 23%. Isso porque em janeiro o gás custava R$ 90,51 (veja a evolução de preço abaixo).

Preço médio do gás nas cidades do eixo BR

A ANP também divulgou o preço médio dos principais municípios localizados no eixo da BR-364. Neste mês de setembro, a botija de gás mais cara está na cidade de Pimenta Bueno.

  1. Pimenta Bueno: R$ 120,75
  2. Vilhena: R$ 120
  3. Cacoal: R$ 117,67
  4. Ariquemes: R$ 113,88
  5. Porto Velho: R$ 106,27

Desde janeiro, o valor médio do gás subiu 17% em Porto Velho (foi de R$ 90,51 para R$ 106,27).

Preço máximo do gás

Em relação ao preço máximo pago pelo morador de Rondônia, também nas cidades do eixo da BR, Vilhena atualmente está em primeiro lugar. Na principal cidade do Cone Sul já é possível encontrar botija a R$ 125.

Veja o ranking do preço máximo:

  1. Vilhena: R$ 125
  2. Cacoal: R$ 122
  3. Pimenta Bueno: R$ 121
  4. Ariquemes: R$ 120
  5. Porto Velho: R$ 120

Por que o preço do gás está subindo?

O valor do gás é composto pelo preço exercido pela Petrobras nas refinarias, mais tributos federais (PIS/Pasep e Cofins) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda.

Desde março, os tributos federais sobre o gás de cozinha em botijões de 13 kg estão zerados. Mas eles representavam apenas 3% de todo o valor final. Assim, outras influências de alta fizeram com que essa redução fosse muito pouco (ou quase nada) sentida pelos consumidores.


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