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    porto velho, sábado 15 de junho de 2024

Não há informação sobre causa do acidente que matou presidente do Irã, dizem EUA

Chefe do Pentágono afirma que morte do presidente iraniano não indica impactos mais amplos na segurança regional


cnn

Publicada em: 20/05/2024 18:19:46 - Atualizado


MUNDO: O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, disse nesta segunda-feira (20) que não tem informações sobre a causa da queda do helicóptero que matou o presidente iraniano Ebrahim Raisi, acrescentando não ver, necessariamente, impacto mais amplo na segurança regional.

“Não posso especular sobre o que pode ter sido a causa. Acho que saberemos mais quando os iranianos investigarem“, disse Austin a jornalistas em conferência.

A morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, após um acidente de helicóptero no domingo (19), foi amplamente repercutida internacionalmente.

A aeronave caiu em uma região montanhosa remota no noroeste do Irã, matando todas as nove pessoas a bordo, incluindo Raisi e o ministro das Relações Exteriores iraniano.

Veja abaixo a repercussão da morte de Ebrahim Raisi nos EUA.

Raisi tinha sangue nas mãos, diz Casa Branca

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, tinha “sangue nas mãos” devido ao apoio a grupos extremistas na região, disse o porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, John Kirby, nesta segunda-feira (20).

“Sem dúvida, este era um homem que tinha muito sangue nas mãos”, afirmou Kirby.

O porta-voz também ressaltou que os Estados Unidos continuarão responsabilizando o Irã pelo que chamou de atividade desestabilizadora na região.

EUA enviam condolências

Os Estados Unidos expressaram nesta segunda-feira (20) “condolências oficiais” pela morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, e de outras autoridades do país do Oriente Médio em um acidente de helicóptero, informou o Departamento de Estado americano.

“Enquanto o Irã escolhe um novo presidente, reafirmamos o nosso apoio ao povo iraniano e à sua luta pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais”, disse o porta-voz do departamento, Matthew Miller, em comunicado.

Ainda assim, Miller destacou que os EUA continuarão enfrentando o “apoio do Irã ao terrorismo, à proliferação de armas perigosas” e o avanço do seu programa nuclear.



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