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    porto velho, domingo 13 de julho de 2025

Presidente Bolsonaro visita pela primeira vez cidade onde levou facada em 2018

Em Juiz de Fora (MG), nesta sexta (15), presidente visitará também a Santa Casa de Misericórdia, onde foi internado após o ataque


R7

Publicada em: 15/07/2022 09:08:04 - Atualizado


BRASIL - Depois de três anos e dez meses, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltará pela primeira vez à cidade mineira de Juiz de Fora, onde foi esfaqueado durante a campanha de 2018. A visita será realizada nesta sexta-feira (15), a 79 dias do primeiro turno das eleições de 2022.

A previsão da chegada de Bolsonaro a Juiz de Fora é às 9h. Há a expectativa de que o presidente participe de uma motociata com apoiadores e demais políticos. Na sequência, ele irà à Convenção Estadual das Assembleias de Deus Ministério da Madureira, no Centro Educacional e Social Betel, às 10h.

Bolsonaro deve visitar ainda a Santa Casa de Misericórdia, onde foi internado após o atentado – ocorrido na rua Halfed, no centro da cidade mineira, em 6 de setembro de 2018. A visita está prevista para as 11h30. O presidente retornará para a capital federal no início da tarde, ainda de acordo com a agenda oficial.

    "Passei por uma tentativa de homicídio em Juiz de Fora, município no qual estarei amanhã, voltando à terra onde eu renasci pela segunda vez", disse Bolsonaro durante evento nesta quinta-feira (14).

    "Os médicos da Santa Casa, bem como os de São Paulo, dizem que a cada cem pessoas que levam uma facada igual àquela, apenas uma sobrevive. Eu tenho certeza que isso não é sorte, é a mão de Deus", acrescentou.

    Assassinato de petista

    A viagem de Bolsonaro a Juiz de Fora ocorre em meio à escalada da violência a menos de três meses do pleito deste ano. Durante o fim de semana, o petista Marcelo Arruda foi assassinado a tiros pelo policial penal bolsonarista Jorge Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR).

      Um dia após afirmar que não tinha nada a ver com a morte do petista, Bolsonaro conversou por telefone com familiares da vítima. O telefonema, realizado na terça-feira (12), foi intermediado pelo deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), que viajou ao município paranaense.

      Uma das linhas de investigação adotada pela Polícia Civil seria intolerância política, mas não há ainda confirmação da motivação do crime. A Justiça decretou a prisão preventiva do bolsonarista, que foi baleado e estava internado na UTI.


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