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    porto velho, quarta-feira 12 de junho de 2024

Polícia encontra corpo de PM desaparecido há mais de um mês em área de mata no Guarujá

O soldado da Polícia Militar Luca Romano Angerami, de 21 anos, estava desaparecido desde 14 de abril, quando foi visto deixando uma adega


TERRA

Publicada em: 20/05/2024 18:34:40 - Atualizado

BRASIL: A Polícia Civil confirmou que o corpo do policial militar Luca Romano Angerami, de 21 anos, desaparecido há mais de um mês em Guarujá, no litoral de São Paulo, foi encontrado na manhã desta segunda-feira, 20, em uma área de mata próxima à comunidade Vila Baiana.

O corpo do soldado da PM, já em estado avançado de decomposição, foi reconhecido por tatuagens. Imagens publicadas pelo jornal A Tribuna mostram o momento em que as equipes encontram Angerami enrolado em lonas, em um local próximo a onde outros corpos foram achados durante as investigações.
Angerami estava desaparecido desde 14 de abril, um domingo, quando deixou uma adega em Guarujá e não foi mais visto desde então. O local ficava próximo a um ponto de tráfico de drogas onde, segundo a Polícia Civil, o soldado teria sido abordado e rendido por dois homens.

O carro do policial foi achado abandonado próximo à Rodovia Cônego Domênico Rangoni na manhã do dia 14. Após um mês de investigações, as autoridades tinham localizado oito corpos em locais de mata aberta e realizado a prisão de nove pessoas suspeitas de envolvimento no desaparecimento do policial.

O corpo do policial deve ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Santos (SP) para exames necroscópicos e demais análises periciais, que indicarão causa e período da morte do PM.

Em meio às buscas, o pai de Angerami chegou a publicar um vídeo em que fazia um apelo por informações sobre o paradeiro do filho. "Eu quero o corpo, quero chorar o meu filho. Acho que qualquer um entenderia, qualquer pai", lamentou.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo lamentou a morte do policial. Segundo a pasta, o soldado integrava o 3º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) e estava na corporação desde 2022.

O caso é investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Santos, por meio de inquérito que apura os crimes de sequestro, tortura, homicídio e ocultação de cadáver, informou a SSP.

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