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    porto velho, quinta-feira 14 de maio de 2026

Clima na pré-campanha de Flávio é de acabou eleição após divulgação de áudio com Vorcaro

Sempre gerou dúvidas a resiliência do senador para receber pancadas que são comuns em campanhas eleitorais.


g1

Publicada em: 13/05/2026 17:33:05 - Atualizado


O áudio entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro é um balde de água fria na pré-candidatura presidencial do filho mais velho de Jair Bolsonaro.

O clima é de fim de festa e é um exemplo de que Flávio nunca havia sido exposto a uma campanha majoritária em que essas coisas aparecem.

Sempre gerou dúvidas a resiliência do senador para receber pancadas que são comuns em campanhas eleitorais.

A conversa mostra a negociação do "desenrola do Banco Master", em que é a voz de Flávio pedindo dinheiro para o banqueiro Daniel Vorcaro, com o agravante de Vorcaro ter sido autorizado a operar o Banco Master durante o governo Jair Bolsonaro, pois foi durante a gestão Bolsonaro que o Banco Central deu as condições para Vorcaro operar o Master.

O pré-candidato Romeu Zema (NOVO), que até poucas semanas estava brincando com Flávio sobre a possibilidade de ser vice na chapa do senador, já foi para as redes sociais dizer que o áudio é um "tapa na cara" e que Flávio Bolsonaro não tem "moral" para falar de casos de corrupção do PT.

A nota emitida pela assessoria de imprensa da pré-campanha de Flávio é péssima, pois cita "patrocínio privado para um filme privado", mas o problema é que quem dá esse dinheiro supostamente privado é um banco que está envolvido na maior fraude bancária do país, que queria usar dinheiro público para cobrir o seu rombo financeiro. Tem dinheiro público no bolso de Daniel Vorcaro.

O Banco Master ganhou oxigênio com aplicação de dinheiro público vindo de institutos de previdência, como já foi mostrado no caso dos estados do Rio de Janeiro e Amapá.



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