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porto velho, sexta-feira 10 de abril de 2026

PORTO VELHO - RO - A Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE), com a equipe de Operações com Cães, em uma ação junto a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (FTICCO), resultou na apreensão de cerca de 500 quilos de entorpecentes na tarde desta sexta-feira (10), em Porto Velho.
A equipe policial foi acionada para averiguar a presença de um suspeito em posse de drogas. De imediato, os policiais militares solicitaram apoio da equipe do Canil, que contou com o cão farejador Duda, e se deslocaram até o local. Segundo a inteligência, um caminhão tipo baú vinha sendo monitorado por apresentar características semelhantes a veículos já utilizados no transporte de grandes quantidades de entorpecentes em operações anteriores.
Durante a vigilância, o caminhão estacionou no posto e, pouco depois, um veículo Chevrolet Onix, de cor prata, chegou ao local. O condutor fez contato com o motorista do caminhão e deixou a área em seguida. O comportamento do caminhoneiro chamou a atenção das equipes, já que ele demonstrava nervosismo, falava ao celular com frequência e entrava e saía da cabine repetidamente.
Antes da chegada da guarnição de apoio, o motorista entrou no caminhão e tentou sair do local, momento em que foi abordado pelos policiais. Ele foi identificado como W. S. C. Ao ser questionado, confessou espontaneamente que transportava grande quantidade de drogas no interior do veículo.
O suspeito informou ainda que faria uma entrega de mercadorias para a empresa proprietária do caminhão, e que aguardaria contato telefônico do condutor do Onix para realizar a entrega do entorpecente. O motorista do carro foi posteriormente identificado como P. R. S. J.
Na vistoria do caminhão, os policiais localizaram 410 volumes de substância análoga à maconha, acondicionados em tabletes, bolas e tijolos, além de cinco tabletes de cocaína e nove tabletes de crack.
Ainda conforme relato do suspeito, ele teria recebido a proposta em Guajará-Mirim para transportar a carga ilícita, mediante pagamento superior a R$ 7 mil.
Diante dos fatos, W. S. C. recebeu voz de prisão, teve seus direitos constitucionais assegurados e foi encaminhado ao Departamento de Flagrantes, onde ficou à disposição da Justiça.