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porto velho, sexta-feira 24 de abril de 2026

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse nesta segunda-feira (5), em Paris, que a inteligência artificial deve ser regulada para proteger os direitos fundamentais, a democracia, a segurança e a governança, mas que pode ser muito útil para os tribunais, ainda mais para combater a morosidade judicial. A declaração foi dada na Conferência Judicial das Supremas Cortes do G20 para embaixadores.
Segundo o presidente do STF, "a inteligência artificial tem a capacidade de afetar de maneira expressiva a democracia, os direitos fundamentais e o bem-estar social, tanto positiva quanto negativamente".
"Contudo, é preciso lembrar que ela opera com dados, instruções e valores fornecidos pela condição humana. Entre os benefícios apontados por ele estão a melhor capacidade decisória em muitas matérias, a automação, as aplicações na medicina, na pesquisa científica e tecnológica, o impacto sobre o meio ambiente e em atividades do dia a dia, como busca no Google e navegação por GPS", disse.