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porto velho, sábado 31 de janeiro de 2026

Kate Merrill se demitiu do canal WBZ, afiliado da CBS, em junho de 2024, após 20 anos no ar. Na época, os telespectadores ficaram chocados com a saída repentina e sem explicação. Agora, detalhes surpreendentes vêm à tona.
A apresentadora de telejornal saiu em consequência de denúncias de colegas negros que disseram ter sofrido recorrentes “microagressões” dela no estúdio.
A resposta de Kate Merrill pegou a todos de surpresa: alega que foi perseguida no trabalho por ser mulher e branca, em um ambiente que supostamente privilegiaria homens pretos. Além disso, nega ter cometido racismo.
O embate chegou a um tribunal, com a jornalista exigindo receber 4 milhões de dólares (cerca de R$ 20 milhões) por indução à demissão e danos morais por difamação. Ela não conseguiu outro emprego depois do desligamento polêmico.
A imprensa descobriu que os sorrisos e elogios diante das câmeras da WBZ escondiam uma rotina de gritos e fofocas entre os apresentadores nos bastidores.
Aliás, não se trata de um caso raro. Em quase todas as emissoras, inclusive as brasileiras, há rivalidade explícita entre âncoras e um clima permanente de estresse.
Na TV, poucos conseguem controlar a vaidade de querer aparecer mais que o outro e concentrar poder quando dividem os holofotes.