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    porto velho, terça-feira 31 de março de 2026

Irã destrói aeronave de vigilância E-3 de R$ 1,4 bilhão dos EUA em ataque com drones

Imagens mostram aeronave de vigilância E-3 destruída; equipamento é usado para monitorar grandes áreas de combate em guerras


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Publicada em: 30/03/2026 09:45:30 - Atualizado


MUNDO: Um ataque do Irã atingiu uma base aérea na Arábia Saudita e deixou danificado um dos principais aviões militares dos Estados Unidos, que custa U$ 270 milhões, cerca de R$ 1,4 bilhão na cotação atual, e age como espião. As imagens começaram a circular no fim de semana e mostram o modelo E-3 Sentry praticamente destruído em uma pista.

Os registros foram analisados pela CNN, que comparou o local com imagens de satélite feitas no início do mês. No mesmo ponto, havia um avião do mesmo tipo estacionado dias antes.

O ataque deixou pelo menos 10 militares americanos feridos, segundo a emissora. Não há informação de mortes.

Uma aeronave usada para reabastecimento em voo também foi atingida na mesma base, de acordo com fontes ouvidas pela CNN.

Avião é usado para enxergar o campo de batalha

O E-3 não é um avião comum. Ele funciona como uma espécie de “olho” no ar para as forças americanas.

Irã destrói avião de US$ 270 milhões dos EUA em ataque com drones
Reprodução/Redes Sociais/Sputnik
Irã destrói avião de US$ 270 milhões dos EUA em ataque com drones

É aquele modelo com um disco grande em cima da fuselagem. Ali fica o radar que varre o céu e identifica o que está voando, seja inimigo, aliado ou qualquer outra aeronave.

Com esse sistema, o comando militar consegue acompanhar movimentos em uma área enorme e orientar ataques ou defesas.

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Nas imagens que circulam, essa estrutura aparece caída no chão, ao lado do que sobrou do avião.

Ataque aumenta pressão sobre forças dos EUA

O confronto começou em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel bombardearam alvos militares e nucleares do Irã.

Um dos primeiros ataques atingiu a cúpula do regime em Teerã e matou o aiatolá Ali Khamenei. Outros integrantes do alto escalão também foram mortos.

Desde então, o Irã passou a lançar ataques diretos, e grupos aliados, como o Hezbollah, abriram novas frentes.


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