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    porto velho, quarta-feira 1 de abril de 2026

Pobreza na Argentina cai quase 10 pontos em apenas um ano e tem menor nível desde 2018

Índice caiu 3,4% em um semestre e chegou a 28,2% da população, segundo organismo oficial


cnn

Publicada em: 31/03/2026 18:39:58 - Atualizado


MUNDO: A pobreza da Argentina teve nova queda no segundo semestre de 2025 e atingiu 28,2% da população, de acordo com o Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censos). Este é o menor nível registrado desde o primeiro semestre de 2018, quando a pobreza era de 27,3%.

Ao todo, de acordo com a medição, 8,5 milhões de argentinos estão na pobreza e 1,9 milhão (6,3% da população) na miséria.

Em comparação com o primeiro semestre de 2025, a redução na quantidade de pessoas abaixo da linha de pobreza foi de 3,4%. Já em comparação com o segundo semestre de 2024, a redução chegou a 9,9%.

A incidência da pobreza no país é medida de acordo com o acesso da população à Cesta Básica Alimentar e à Cesta Básica Total, que também inclui bens e serviços não alimentares, de acordo com sua renda.

De acordo com o Indec, a renda total familiar aumentou em média 18,3% no segundo semestre de 2025 em comparação com o semestre anterior. Já o custo da Cesta Básica Alimentar aumentou 11,9%, enquanto o da Cesta Básica Total aumentou 11,3%.

O governo de Javier Milei comemorou o resultado, ressaltando a queda de 24,7 pontos percentuais no índice desde o primeiro semestre de 2024, nos primeiros meses de administração, quando a pobreza chegou a 52,9%. A Casa Rosada atribuiu esse pico, no entanto, ao ex-presidente Alberto Fernández.

Em comunicado, o ministério de Capital Humano do governo atribuiu a métrica à “implementação de políticas econômicas que contribuíram para reduzir a inflação e estabilizar a economia”, além de ações “enfocadas nos setores mais vulneráveis de maneira direta, transparente e sem intermediários”.

O ministro da Economia Luis Caputo também atribuiu a redução da pobreza ao crescimento econômico e ao processo de desinflação. A inflação do país passou de 25,5% em dezembro de 2023, primeiro mês de Milei no poder, para 2,9% em fevereiro de 2026.



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