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    porto velho, sexta-feira 19 de junho de 2026

Ministro Nunes Marques rejeita pedido contra uso de Dark Horse em ano eleitoral

Presidente do TSE considerou que os autores, deputado federal e advogado do grupo Prerrogativas, não têm legitimidade para fazer o pedido


cnn

Publicada em: 12/06/2026 16:27:23 - Atualizado

O ministro Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), extinguiu pedido de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre filme Dark Horse, que conta a trajetória de Jair Bolsonaro (PL).

Um deputado federal do PT de Minas Gerais e um advogado do Grupo Prerrogativas entraram com representação na Corte Eleitoral a fim de impedir o uso do filme na campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

Nunes Marques não analisou o mérito da questão. Na decisão, considerou que o deputado Rogério Correia (PT/MG) e o advogado Aurélio de Carvalho, autores da representação, não têm legitimidade para fazer o pedido:

“Nesse contexto, portanto, ausente legitimidade ativa ad causam para ajuizar representação por propaganda contra candidatos que concorrerão ao cargo de presidente da República, de circunscrição nacional“, afirmou o ministro.

A representação ajuizada teve pedido liminar contra Flávio Nantes Bolsonaro, Eduardo Nantes Bolsonaro e Daniel Bueno Vorcaro, visando impedir que o filme Dark Horse seja usado como instrumento de propaganda eleitoral antecipada nas eleições presidenciais de 2026.

Os autores sustentaram que a obra consiste em uma cinebiografia do ex-presidente da República, pai dos dois primeiros representados e principal símbolo do campo político da direita no Brasil, “e que o seu lançamento pode funcionar como peça de comunicação de enorme impacto em prol de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República nas Eleições 2026“.


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