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porto velho, sábado 10 de maio de 2025
Na pré-estreia do filme “A Viagem de Pedro” na última segunda-feira (22), Cauã Reymond, de 42 anos, se recusou a declarar seu voto. Agora, em entrevista a Veja, o ator revelou por que também não assinou a carta em defesa da democracia, documento que tem a iniciativa suprapartidária e crítica.
Não assinei a carta pela democracia, por que não estou conseguindo parar por conta do trabalho. Tenho candidato, mas prefiro manter esse assunto de forma privada”, começou ele. Reymond explicou que prefere se manifestar politicamente através da sua arte.
“Prefiro falar através das minhas obras, principalmente das que eu produzo, não as que sou convidado como ator, porque dessas eu não tenho controle. Mas um filme como D. Pedro é uma forma de me posicionar”, pontuou.
A Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito é uma iniciativa da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP). O documento, que começou com a assinatura de 3.000 pessoas, entre banqueiros, empresários, juristas e atores.
O ator também foi questionado pela colunista da Folha Mônica Bergamo sobre o seu posicionamento nas Eleições 2022 e deu a mesma justificativa, mas de forma mais direta. “Prefiro falar do filme do que do meu voto”, declarou.