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porto velho, quinta-feira 16 de julho de 2026

O recente "tarifaço" de 25% imposto pelos Estados Unidos sobre os produtos brasileiros expõe a fragilidade e o erro estratégico da atual política externa do governo Lula. Em vez de construir pontes comerciais sólidas e proteger a economia nacional, o que se viu foi uma diplomacia guiada pelo confronto ideológico e por uma obsessão arrecadatória que terminou por sufocar o setor produtivo.
Desde o início do mandato, a gestão atual demonstrou uma inclinação implacável para a taxação interna, buscando fontes de receita a qualquer custo. Essa mesma postura agressiva e inflexível transbordou para o cenário internacional. O Planalto preferiu o palanque e os ataques diretos a Donald Trump — personalizando disputas geopolíticas com ofensas desnecessárias — a manter um diálogo pragmático e institucional com a maior economia do mundo.
O resultado dessa postura hostil não demorou a chegar. Ao priorizar o "ego" e a retórica eleitoral em detrimento da negociação técnica, a diplomacia brasileira falhou em acessar os principais corredores de Washington, deixando o país vulnerável a sanções severas.
Agora, diante do evidente fracasso nas tratativas econômicas, o governo tenta se esquivar da responsabilidade adotando uma narrativa de vitimização. No entanto, o mercado e o cidadão brasileiro sabem que o isolamento comercial e a barreira tarifária atual são consequências diretas de uma liderança que escolheu o conflito verbal e a sanha taxadora em vez da estabilidade e do desenvolvimento.