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    porto velho, sábado 12 de setembro de 2026

PF e Ibama destroem equipamentos de garimpo ilegal em terras indígenas

Após a identificação dos locais, equipes da PF e do Ibama foram deslocadas para realizar a fiscalização em campo.


Redação

Publicada em: 12/09/2026 10:44:16 - Atualizado

Foto PF/Ibama

Uma operação conjunta da Polícia Federal (PF) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) combateu a extração ilegal de minério em terras indígenas de Rondônia. A ação foi realizada nos dias 9 e 10 de setembro, no município de Espigão D’Oeste.

A fiscalização ocorreu nas Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã, onde foram identificados pontos de exploração irregular de recursos naturais. As áreas foram localizadas inicialmente por meio de imagens de satélite, que apontaram indícios de atividade de garimpo dentro dos territórios protegidos.

Após a identificação dos locais, equipes da PF e do Ibama foram deslocadas para realizar a fiscalização em campo. Durante a operação, foram encontrados diversos equipamentos e estruturas utilizados para dar suporte à atividade ilegal.

Entre os materiais inutilizados estão:

  • uma escavadeira hidráulica;
  • cinco motores estacionários;
  • uma motocicleta;
  • dois geradores de energia;
  • dois acampamentos utilizados pelos envolvidos na exploração.

Segundo os órgãos responsáveis, todos os equipamentos e estruturas estavam instalados irregularmente dentro das terras indígenas.

Combate à exploração ilegal

A operação faz parte das ações de fiscalização realizadas pelos órgãos federais para combater a exploração clandestina de recursos minerais em áreas protegidas.

A utilização de imagens de satélite permite identificar alterações no território e possíveis pontos de atividade ilegal antes do deslocamento das equipes para as áreas investigadas.

A inutilização dos equipamentos tem como objetivo interromper as atividades de exploração e impedir que as estruturas continuem sendo utilizadas para o garimpo ilegal.

As ações de fiscalização devem continuar em Rondônia para identificar novas áreas de exploração e responsabilizar os envolvidos nas atividades realizadas de forma irregular.


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