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    porto velho, sexta-feira 27 de fevereiro de 2026

Caso Daiane avança na Justiça e síndico se torna réu com prisão preventiva decretada

Síndico responderá por homicídio com três qualificadoras: crime praticado por motivo torpe, de forma cruel e mediante emboscada...


METRÓPOLES

Publicada em: 26/02/2026 18:20:55 - Atualizado

Foto: Reprodução

BRASIL - A 1ª Vara Criminal de Caldas Novas, recebeu, nesta quinta-feira (26/2), denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) contra o síndico Cleber Rosa de Oliveira, acusado de matar a corretora de imóveis Daiane Alves de Sousa, no dia 17 de dezembro.

O caso, que alcançou repercussão nacional, foi investigado sob segredo de justiça. Porém, com a conclusão e o recebimento da denúncia pela Justiça, que dá início à ação penal contra o réu, a juíza Vaneska da Silva Baruki suspendeu o sigilo do processo.

Na mesma decisão, a magistrada converteu a prisão de Cleber Rosa de temporária para preventiva. Ele responderá por homicídio com três qualificadoras: crime praticado por motivo torpe, de forma cruel e mediante emboscada.

Denúncia do MPGO

Na denúncia, o Ministério Público de Goiás (MPGO) afirma que Daiane morava em Caldas Novas e administrava imóveis da família situados no complexo Golden Thermas Residence. Entre os prédios do complexo está o Edifício Amethyst Tower, onde a corretora morava.

Os seis apartamentos da família da vítima, disponíveis para locação, estavam, em um primeiro momento, sob a administração de Cleber, síndico do local.

Em novembro de 2024, a relação comercial entre Cleber e a família de Daiane foi encerrada e ela assumiu a gestão dos apartamentos, inclusive quanto aos contratos de locação e intermediação com hóspedes.

Contudo, segundo o MPGO, a mudança impactou a relação entre a vítima e o réu. O síndico teria passado a criar “todo tipo de embaraços”, tanto nas atividades profissionais quanto na vida pessoal de Daiane.

Em atualização.


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