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porto velho, sábado 14 de março de 2026

BRASIL: A jovem de 23 anos que denunciou ter sido dopada e estuprada após uma entrevista de emprego com um homem que se apresentava como delegado de polícia relatou ter ficado 24 horas desmaiada na residência do suspeito. A vítima disse ter acordado sem roupas e grogue. O caso aconteceu na noite de terça-feira (10/3), em Águas Claras (DF).
Ela afirma que só despertou na noite do dia seguinte, quarta-feira (11/3), completamente nua, na cama do investigado, que estava apenas de cueca. Ainda desorientada e cambaleando, ela conseguiu se vestir e fugir do local.
O falso delegado é André Luiz Alves da Fonseca, de 41 anos. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a denúncia contra ele.
A vítima relata que o contato inicial ocorreu em função de uma suposta oferta de trabalho. O suspeito, alegando ser proprietário de diversas empresas, sugeriu que a entrevista fosse realizada em uma lanchonete.
Após o encontro, o homem ofereceu carona à vítima, que mora em Ceilândia Norte. No entanto, o trajeto tomou um rumo suspeito depois que André começou a dirigir em círculos.
De acordo com a mulher, o interior do carro, ele exibia fardas da polícia e uma algema.
Sob o pretexto de realizar a doação de uma cama, o homem convenceu a vítima a subir até seu apartamento. No local, ele ofereceu um suco. “Eu já com medo dele, aceitei e tomei um pouco. Logo depois, apaguei”, detalhou a vítima.
A mulher despertou horas depois, desorientada e sem roupas. Ao questionar o agressor, ele alegou que ela teria se despido por vontade própria.