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    porto velho, quarta-feira 29 de julho de 2026

Marina e Tebet despencam e esquerda corre sérios riscos em São Paulo, revela pesquisa

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (28/7) mostra ex-ministras à frente de candidatos de direita em São Paulo


metropoles

Publicada em: 29/07/2026 11:01:23 - Atualizado


A sondagem eleitoral feita pelo Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta quarta-feira (28/7) mostra que as ex-ministras do governo Lula Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) caíram nas intenções de voto desde o último levantamento, mas que continuam na liderança da corrida ao Senado por São Paulo. Neste ano, cada estado vai eleger dois senadores.

A pesquisa simulou novo cenário, com a candidata Soninha Francine (Cidadania), que foi oficializada durante convenção na última terça-feira (28/7), e três nomes do UP: Maira de Souza e Marcio Alves, que serão os candidatos, e Allana Matos, suplente na chapa. Além deles, aparecem na sondagem o ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo Guilherme Derrite (PP), o deputado federal Ricardo Salles (Novo), o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade) e o presidente da Assembleia Legislativa de SP (Alesp), André do Prado (PL).

No levantamento anterior, divulgado em junho, Marina aparecia à frente, com 35,1% das intenções de voto; agora, ela tem 31%. Tebet tinha 32,4% e agora soma 30,7%.

  • Marina Silva (Rede): 31,0%
  • Simone Tebet (PSB): 30,7%
  • Guilherme Derrite (PP): 24,8%
  • Ricardo Salles (Novo): 19,2%
  • André do Prado (PL): 13,5%
  • Paulinho da Força (Solidariedade): 12,3%
  • Soninha Francine (Cidadania): 4,8%
  • Allana Mattos (UP): 1,8%
  • Maíra de Souza (UP): 1,5%
  • Márcio Alves (UP): 1,4%
  • Não sabe ou não opinou: 6,6%
  • Nenhum, branco ou nulo: 10,6%

Apenas Salles oscilou para cima em relação ao levantamento anterior. O deputado federal passou de 17,1% para 19,2% na sondagem atual. Os demais oscilaram para baixo: Derrite passou de 26,7%, em junho, para 24,8%, André do Prado, de 13,9% para 13,5% e Paulinho da Força, de 13,4% para 12,3%.

A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos.


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