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porto velho, sábado 14 de fevereiro de 2026

Porto Velho vive neste sábado (14) mais um capítulo de sua história carnavalesca com o desfile da Banda do Vai Quem Quer, que promete arrastar milhares de foliões pelas principais vias da capital. A concentração começa às 15h, na Praça das Caixas D’Água, tradicional ponto de encontro dos participantes.
Com 46 anos de trajetória, o bloco reafirma sua força como símbolo da cultura popular e Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial no âmbito estadual e municipal. Neste ano, o tema escolhido é “Para o Brasil continuar contente, vote consciente”, levando às ruas uma mensagem de reflexão cívica aliada à celebração.
Além da folia, a organização reforça o compromisso social do evento, com ações de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher em parceria com órgãos de controle.
O desfile seguirá pela Rua Carlos Gomes, depois pela Rua Joaquim Nabuco, com entrada na Avenida 7 de Setembro. A dispersão será no cruzamento da 7 de Setembro com a Rua Rogério Weber.
Quem adquiriu o abadá conta com estrutura diferenciada ao longo do trajeto. O último lote ainda está disponível pelo valor de R$ 100, com vendas na sede-museu da Banda e em supermercados credenciados.
O tatuador Lee Correa, morador de Candeias do Jamari, transformou o amor pela Banda em marca definitiva na pele. Ele tatuou o símbolo do bloco como forma de homenagear a tradição que atravessa gerações.
A ligação começou quando trabalhava próximo ao histórico “chaveiro” e conviveu com figuras marcantes do Carnaval local, como o fundador Manoel da Costa Mendonça, o Manelão. Para Lee, a tatuagem representa mais que admiração: é um tributo à história e à identidade cultural da capital.
A atuação integrada das forças de segurança e dos órgãos de trânsito está confirmada para garantir organização e tranquilidade durante todo o percurso. A recomendação é que os foliões cheguem cedo e priorizem transporte por aplicativo ou caronas.
Reconhecida como a maior manifestação carnavalesca da região Norte, a Banda do Vai Quem Quer mantém viva a tradição das marchinhas e segue encantando gerações, reafirmando o Carnaval de rua como expressão legítima da cultura popular.