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    porto velho, sábado 20 de julho de 2024

O Dia na História - compilação do jornalista Lúcio Albuquerque


Redação

Publicada em: 30/06/2024 09:53:00 - Atualizado

RONDÔNIA

1918 – Na tela do cine “Phoenix”dois filmes de “alta qualidade”, “Mocidade e Loucura”, e o segundo, “Mocidade e Leviandade”.

1931 – A direção estrangeira da Madeira-Mamoré suspende as viagens de trens e anuncia sua desistência de continuar operando a ferrovia.

1951 – Um “catalina” da FAB, com médicos, enfermeiros, pernoitou em Porto Velho e seguiu para Trinidad (BOL), para socorrer um avião da “Cruzeiro do Sul”, que fez pouso de emergência nas proximidades.

1973 – O governador Theodorico Gahyva designa “Presidente Médici” ao lugar chamado por “Vila 33”, passando a município em 1981. 

1983 – Com o tema “O Ministério Público como Instituição”, começou o I Seminário do MP de Rondônia, aberto pelo Procurador-geral Edson Jorge Badra.

1983 – Presente o ministro do Interior Mário Andreazza, foi inaugurada a fábrica da “Coca-Cola”, em Porto Velho.

1987 – Editorial do jornal Alto Madeira sobre os 100 primeiros dias do governo Jerônimo Santana: “Temos uma administração sem alma e um governo sem projetos”.

HOJE É

Dia Nacional do Caminhoneiro. Dia Nacional do Bumba Meu Boi. Dia Nacional do Fiscal Federal Agropecuário. Dia Internacional do Parlamentarismo. Dia da Mídia Social.

Católicos celebram Protomártires da Igreja,

BRASIL

1958 — O presidente JK (1902/1976) inaugura o Palácio da Alvorada, em Brasília. 1980 - O papa João Paulo II (1920/2005) inicia sua 1ª visita ao Brasil. 1928 – Morreram: Roberto Landell de Moura (n. 1861), o “pai” do rádio. 1953 - Charles Miller (n. 1874), introdutor do futebol no Brasil. 1988 - Abelardo Barbosa, o Chacrinha (n. 1917). 2002 - Chico Xavier (n. 1910), líder espírita e médium. 2002 — O Brasil ganha, pela 5ª vez, o Mundial de futebol.

MUNDO

1994 – Flagrado no antidoping Diego Maradona (1960/2020) é expulso da Copa do Mundo dos EUA.

FOTO DO DIA

A REVOLTA DOS PORTUGUESES

Em Porto Velho, instalado como município, a superintendência (prefeitura) editara decretos causando reclamações e revolta de comerciantes, a maioria portugueses, cobrando impostos o que, antes, não era feito em razão de a área pertencer, até 1914, a Humaitá e os fiscais vinham de lá fazer a cobrança.

Sete meses após inaugurado, o cemitério dos “Inocentes” não tinha uma capela, e por isso a professora Tevelinda Guapindaia saiu pedindo ajuda dos comerciantes, a maioria portugueses, para a obra.

A ação caridosa da professora Tevelinda esbarrou num problema maior por razão familiar: ela era filha do superintendente Guapindaia Brejense. “Recusarem o auxílio e trataram-na grosseiramente” (*).

Cantanhede narra que o motim se alastrou, o delegado prendeu 4 rebelados e açoitou um, sumindo em seguida, e a solução de Guapindaia foi trocar os 4 presos em troca de liberarem o contínuo da prefeitura, sequestrado pelos revoltosos.

(*) Mais em “Achegas para a história de Porto Velho”, Antônio Cantanhede.

Foto: Capela no cemitério dos Inocentes (PVh).


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