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porto velho, quinta-feira 16 de julho de 2026

Luísa Sonza falou sobre algumas divergências nos bastidores do seu documentário Se Eu Fosse Luísa (2023), lançado pela Netflix. Ao participar do Sem Censura da última quinta-feira (11), a cantora falou sobre o resultado que expôs de forma excessiva suas vulnerabilidades e que até abrigou para retirar algumas falas.
De acordo com Luísa, tudo foi assinado um ano antes de iniciar as gravações, o que acabou dando um enfoque totalmente ao documentário, já que ela estava numa nova fase de sua vida pessoal.
"Era um contrato que não dependia só de mim, o que eu queria mostrar. Eu estava, de fato, em um momento bastante sensível na época. Assinamos o contrato um ano antes; as pessoas não sabem. 'Aí estava: Nossa, estou arrasando, vamos fazer um documentário para o próximo álbum? Chega no próximo álbum e você já é outra pessoa", disse.Luísa enfatizou que estava bastante sofrida e até "sem cabelo" após uma turnê, porém, com o contrato assinado, não tinha como voltar atrás. Então, foi necessário ter muita resiliência ao ver fatos de sua vida sendo expostos.
Não tem o que fazer. Você está ali, fazendo o contrato. Existiram muitas divergências no que eu queria, de fato, mostrar, que era um documentário sobre como a gente fazia um álbum. Acho uma das partes mais lindas, essa construção. Luísa Sonza
O documentário também traz a fundo a vida pessoal de Sonza, como o relacionamento com o influenciador Chico Moedas, além das polêmicas do divórcio com o humorista Whindersson Nunes, que mostra a cantora chorando por causa das mensagens dos haters.