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porto velho, terça-feira 3 de novembro de 2026

Luísa Sonza falou sobre algumas divergências nos bastidores do seu documentário Se Eu Fosse Luísa (2023), lançado pela Netflix. Ao participar do Sem Censura da última quinta-feira (11), a cantora falou sobre o resultado que expôs de forma excessiva suas vulnerabilidades e que até abrigou para retirar algumas falas.
De acordo com Luísa, tudo foi assinado um ano antes de iniciar as gravações, o que acabou dando um enfoque totalmente ao documentário, já que ela estava numa nova fase de sua vida pessoal.
"Era um contrato que não dependia só de mim, o que eu queria mostrar. Eu estava, de fato, em um momento bastante sensível na época. Assinamos o contrato um ano antes; as pessoas não sabem. 'Aí estava: Nossa, estou arrasando, vamos fazer um documentário para o próximo álbum? Chega no próximo álbum e você já é outra pessoa", disse.Luísa enfatizou que estava bastante sofrida e até "sem cabelo" após uma turnê, porém, com o contrato assinado, não tinha como voltar atrás. Então, foi necessário ter muita resiliência ao ver fatos de sua vida sendo expostos.
Não tem o que fazer. Você está ali, fazendo o contrato. Existiram muitas divergências no que eu queria, de fato, mostrar, que era um documentário sobre como a gente fazia um álbum. Acho uma das partes mais lindas, essa construção. Luísa Sonza
O documentário também traz a fundo a vida pessoal de Sonza, como o relacionamento com o influenciador Chico Moedas, além das polêmicas do divórcio com o humorista Whindersson Nunes, que mostra a cantora chorando por causa das mensagens dos haters.